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Mensagem  Galiza em Qua Jul 25, 2012 12:23 pm

25 de Xullo, Día da Patria Galega






Com motivo da celebração do Dia da Galiza de 2012, a Televisão da Galiza (TVG) reata as suas emissões internacionais, depois da interrupção causada pela grave crise do passado mês de Maio.
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ESPECIAL DIA DA PÁTRIA GALEGA 2012

Mensagem  Galiza em Qua Jul 25, 2012 9:01 pm

Telexornal TVG


[OOC: apenas importam os primeiros 15 segundos - não consegui um vídeo melhor da cabeceira]

Rematou o Dia da Pátria Galega 2012, o primeiro desde a Crise de Maio e sob o governo do Conselho Geral. Neste dia, festa nacional da Galiza, tiveram lugar multidão de actos cívicos, políticos, festivos e religiosos, por parte das autoridade e da sociedade civil.

O acto institucional principal foi a oferenda de flores no Panteão dos Galegos Ilustres, na antiga Igreja de São Domingos, em Santiago de Compostela. O acto, presidido pelo Presidente da Xunta e do Conselho Geral, rendeu homenagem às grandes figuras da história da Galiza que lá descansam: Rosalía, a grande poetisa da lingua galega; Castelao, o líder galeguista dos anos 30 e impulsor da autonomia...



Neste acto estiveram presentes membros do Conselho Geral e líderes de todos os partidos, além de representantes da cultura e a sociedade civil. Os discursos, mui institucionais, louvaram aos históricos impulsores da cultura, a lingua e o auto-governo da Galiza.

Pouco depois teve lugar o acto religioso de oferenda ao Apóstolo São Tiago na Catedral de Compostela. Embora ser este um acto totalmente desligado dos actos políticos, pela separação Igreja-Estado, a sua coincidência é inevitavel desde que em 1919 as Irmandades galeguistas escolheram este dia como dia nacional galego, assinalando que foram as peregrinações a Compostela na Idade Média as que ligaram Galiza à Europa e o mundo. Este foi, aliás, o dia grande dos peregrinos, e também esteve presente, como representante institucional, o Vice-presidente do Conselho Geral e Delegado do Governo do Reino, Elías Aldán.



Pela tarde tiveram lugar os actos políticos e reivindicativos, de especial significação na actual situação do país. Destacaram as manifestações dos partidos e grupos nacionalistas galegos, que reclamaram um novo marco institucional para a Galiza, após o colapso do estado espanhol e a constituição do Conselho Geral provisório. Houve muitas referências à próxima reunião da assembléia parlamentar (Parlamento da Galiza e deputados galegos nas Cortes Espanholas), que deverá decidir o qué fazer, depois do primeiro periodo provisório do Conselho. O principal acto foi o organizado por "Alternativa por Galiza", no que falou seu líder, Antón López Bao:


A Galiza demostrou que já sabe caminhar sozinha, que cá, no méio da confusão, há um país, há uma nação, que soube sair adiante. E portanto é o momento de que a Galiza deixe atrás a infância e seja, sempre, uma nação adulta, com um estado adulto e próprio! Por isso, no próximo Parlamento, imos pedir a eleição de uma assembléia constituínte para que os galegos e as galegas decidam o seu futuro!
Mais contundente foi Suso Pacios, porta-voz do Movimento do Povo Unido, no acto convocado por este partido:


Ficou demostrado: Galiza é uma nação viável que pode viver sozinha, e que desse jeito vive melhor do que quando era apenas uma "região". Depois do fracasso final do estado espanhol, que por tantos séculos avassalou o noso povo, é hora de cortar de vez as ligações que nos atam a esse cadáver: chegou o momento da independência, da soberania e do socialismo!
Outros partidos, como o Centro Democrático Galego, a Federação Socialista e Iniciativa Eco-Socialista, realizaram actos mais discretos sem reivindicações políticas diretas, mas sim com apelos ao optimismo, à confiança e à colaboração de todos os galegos para saír adiante no futuro. Essa foi a mensagem do líder socialista e Presidente da Xunta, Xosé Lois Carballo, no acto do seu partido.


O Presidente da Xunta (à esquerda) faz uma oferenda na casa de Castelao, no acto da FSG em Rianxo.

O líder da Aliança Popular, Alberto Otero, também falou dos grandes sucessos históricos atingidos por Galiza e os galegos, e teve umas palavras para assinalar "a grave situação na que estão aínda os nossos irmãos do resto de Espanha, aos que na nossa seguridade não devemos esquecer".



A "União Democrática para o Progresso" foi a única organização política que não convocou acto nenhum neste dia, pois consideram que o 25 de Julho é um feriado de connotações "excessivamente nacionalistas e excluíntes", e propõem como feriado regional alternativo o 21 de Dezembro, dia da aprovação da actual Autonomia.

Além dos actos políticos, houve grande número de actos culturais e festivos por todo o país.


Festival de música tradicional em Ourense.


Marcha reivindicativa em Vigo


Fogos de artifício na Praça do Obradoiro de Compostela, celebrando o 25 de Julho.

E fechamos esta edição especial pelo Día da Pátria com o nosso Hino, "Os Pinos", interpretado pela Real Filharmonia de Galicia. Muito obrigados pela sua atenção.

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ESPECIAL: tentativa de atentado contra o Presidente

Mensagem  Galiza em Ter Jul 31, 2012 8:54 am

ESPECIAL INFORMATIVO

O Presidente da Xunta, tiroteado

Interrompemos a programação habitual para comunicar-lhes uma notícia de última hora que se produziu há apenas uns minutos num céntrico restaurante da Corunha. O Presidente do Consello Xeral de Galicia e Presidente da Xunta, Xosé Lois Carballo, atopáva-se almoçando com algúns acompanhantes, quando um desconhecido entrou no local e disparou contra ele dois disparos. O atacante foi rápidamente reduzido pelo pessoal do restaurante e foi já levado pela Polícia.



A entrada precipitada do atacante fez com que tropeçara com um garçon, e assim os disparos dirigidos ao Presidente erraram: um deles impactou numa parede e o outro roçou o braço dum secretário do sr. Carballo, que foi atendido já no Hospital da Corunha, estando já fóra de perigo. O Presidente e o resto das pessoas presentes resultaram ilesos.

O Conselho Geral não fez nenhuma declaração sobre o acontecido, mas aguarda-se que o faça nas próximas horas. Também não trancenderam detalhes sobre a identidade do atacante e as motivações do atentado, mas a investigação policial já está em marcha.

Continuaremos a informar.
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Investigação atentado Presidente - Incidentes na "Raia"

Mensagem  Galiza em Sex Ago 03, 2012 11:56 pm

TELEXORNAL

Investigações sobre o atentado contra o Presidente da Xunta

Novidades sobre o atentado da passada Terça na Corunha contra o Presidente da Xunta. Fontes policiais revelaram a identidade do atacante: trata-se de Miguel Martínez, um homem de 36 anos, natural da própria Corunha. Martínez está relacionado com grupos de extrema direita espanholista, sendo membro de fórums de grupos dessa ideologia. Num desses fórums, no que era conhecido como "astray", postou recentemente mensagens com ameaças de morte contra os membros da Xunta e os dirigentes de vários partidos, aos que chamava "traidores separatistas". Na inspecção da sua casa foram atopadas várias armas e abundante material de propaganda.


O detido, sendo trasladado pelo polícia

A investigação continua, para averiguar se Martínez agiu sozinho ou se forma parte de qualquer trama organizada. O Julgado de Instrução nº1 da Corunha, que está a levar o caso, decretou secreto do sumário, e unidades de luta antiterrorista da Polícia estão encarregándo-se da investigação. Embora não se descartem novas detenções em relação com a preparação deste atentado, fontes próximas aos investigadores consideram que, pelas caraterísticas do ataque, impulsivo e mal preparado, o mais provável é que fosse uma acção individual dum exaltado.


Normalidade na "Raia" de Portugal

A calma volve à fronteira galego-portuguesa depois dos graves incidentes dos últimos días, nos que os últimos combates entre integralistas e neo-septembristas na beira do Minho provocaram vítimas colaterais en território galego, atingidas por disparos errados. As autoridades neo-septembristas pediram desculpas depois do enérgico protesto do Conselho Geral, e a sua representante, Constança de Bragança, visitou aos feridos em Vigo para se desculpar. Dona Constança comprometeu-se a pagar os danos causados. Contudo, a negativa do governo neo-septembrista a reparar a ponte Valença-Tui não satisfez à Xunta, que considera que essa ponte é um elemento vital para as comunicações e o comércio entre Galiza e Portugal.

Por outra parte, não se registaram mais incursões de neo-septembristas portugueses armados, como foram detectadas nas últimas semanas na "Raia Seca", nem mais incidentes com refugiados integralistas. O Conselho Geral reforçou a vigilância da fronteira e os combates entre as facções portuguesas cessaram.

Apessar disso, em várias aldeias e vilas próximas à fronteira, cidadãos galegos civís organizaram patrulhas, armadas com espingardas de caça, para "proteger" a fronteira de guerrilheiros portugueses. Estas patrulhas irregulares tiveram algúns incidentes em Lobios, Baltar e Oímbra. Depois do reforço da "raia" com forças militares e da Guardia Civil, e com a situação no país vizinho mais acalmada, o Vice-presidente do Conselho Geral e responsável pela segurança, Elías Aldán, ordenou que estas "patrulhas cidadãs" fossem disoltas.

Com a quase-finalização da guerra civil em Portugal, espera-se que a situação volva à normalidade em pouco tempo.
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República Livre Independente Nacionalista Democrática Popular Federativa de Fontao

Mensagem  Galiza em Ter Ago 07, 2012 12:17 am

TELEXORNAL

Proclamada a "República de Fontao"!

Galiza presencia com surpresa um singular acontecimento que tem baralhadas as autoridades. Faz dois dias, os moradores de duas freguesias rurais do município de A Merca (província de Ourense), a 20 km da capital provincial, declararam-se república independente. Os vizinhos de Corbillón e Zarracós, freguesias que mal somam 600 habitantes e 7 km2, reuniram-se em assembleia na aldeia de Fontao (no límite entre ambas), e lá proclamaram a "República Livre Independente Nacionalista Democrática Popular Federativa de Fontao".

Na sua "declaração de independência" os vizinhos denunciaram o abandono e esquecimento ao que se vem submetidos pelas autoridades do município, a província, a Xunta e o Estado, e a ausência de representação democrática que têm. Há que lembrar que, baixo a actual legislação, as freguesias rurais não têm qualquer reconhecimento oficial nem administrativo. É por esse motivo pelo que o Parlamento está a tramitar actualmente uma reforma da Lei de Autarquias, que dê maior auto-governo às freguesias galegas.


Imagem das terras de Zarracós e Corbillón, que declararam a sua independência

É por esse motivo que muitos analistas consideram que a "independência de Fontao" não deve ser levada a sério, mas considerada uma original forma de protesto dos habitantes destas aldeias: é por isso que muitos partidários da maior autonomia para as freguesias apoiam as reclamações dos "fontaístas". Outras opiniões consideram que este acontecimento é um motim secessionista intolerável que deve ser esmagado pela força da autoridade, e desde organizações da extrema direita espanhola fizeram-se chamados ao exército para acabar com a "anarquia separatista", culpando à Xunta e aos partidos galeguistas, aos que chama "traidores e inimigos da Pátria", do acontecido. Outros consideram que o melhor é nem dar qualquer atenção ao assunto.

Para já, o Conselho Geral não tomou qualquer medida, desde que os "fontaístas" não tomaram nenhuma medida de força e semelham agir de jeito pacífico. Contudo, algumas informações falam de conversas entre o Conselheiro de Administrações Públicas e o "Governo Provisório da República Livre Independente Nacionalista Democrática Popular Federativa de Fontao", para atingir um acordo para dar um maior autogoverno às freguesias da "república", no marco da nova Lei de Autarquias e do próximo processo constituínte da Galiza.
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Debate sobre a Áustria

Mensagem  Galiza em Seg Jan 21, 2013 12:04 am

Lapália, na diplomacia, escreveu:Esta mensagem só vem mostrar ao Consulado a verdadeira filiação política da CoRCES, e ninguém se dá ao trabalho de lhes responder.
Na TVG há um programa semanal de debate e análise, "Entre parênteses". Esta semana tráta-se o tema da Áustria, e coméntam-se as últimas novidades: os referendos organizados como última e desesperada tentativa de McHitler para se salvar, e a decissão da CoRCES de colaborar com a ditadura. No programa participam, entre outros, um conhecido analista galego de política internacional, Armando Guerra (acho que muitos lembram dele Wink ), e Antonio Tasende, o jurista galego que esteve naquele "Conselho Constitucional":

[...]

ARMANDO GUERRA: De McHitler e a sua quadrilha já há pouco que dizer que não fosse já dito. Quanto à CoRCES, afinal eles estão a demostrar o que realmente são e o que realmente querem. Os membros da CoRCES não são mais do que um fato de aristócratas de iates e carros caros, que o único que têm contra McHitler é que ele não lhes desse poder suficiente no seu regime.

ANTONIO TASENDE: Certo, senhor Guerra: o representante da CoRCES naquele "show" absurdo chamado "Conselho Constitucional", Tom Windsor, não tinha outra preocupação do que fazer umas eleições ao seu gosto, e ponto. A escravatura, os crimes contra a Humanidade, as perseguições, a brutalidade do regime... ele não se importava o mais mínimo disso tudo. Não tinha o menor interesse em julgar o McHitler nem faze-lo pagar pelos seus crimes, apesar de que os representantes internacionais faziamos questão do assunto. De facto, ele disse que não se importava manter a escravatura "se o povo quisser", ou que "se as pessoas querem ser escravas não se lhes pode proibir". Aquilo era tão absurdo e nojento que todos fuimos embora.

APRESENTADORA: "Escravos voluntários"... Laughing

ANTONIO TASENDE: Sim, não sei se é que ele queria ter algúns desses. Mas se calhar não pensou que para que uma pessoa seja escrava é necessária outra pessoa que seja sua ama, e ainda que existisse esse "escravo voluntário" maluco da cabeça, o "amo" seguiria sendo um ser despreciável por aceitar ter escravos, e deveria ser castigado em nome dos direitos do Homem.

ARMANDO GUERRA: É claro: a única e verdadeira aspiração dos marquesinhos do CoRCES é recuperar o seu poder feudal e volver governar os seus súbditos desde os seus palácios, sem responder ante ninguém. E se é possível, que sejam outros os que recuperem esse poder para lho dar como presente, sem eles fazer nada. Primeiro tentaram que fossem as potências democráticas as que lhes ajudassem, e brincaram aos democratas, como já contou o senhor Tasende.

ANTONIO TASENDE: Sim, eles vinham com aquela idéia absurda da pseudo-democracia "a la Nova Salvador", própria de alguém que não percebeu nada do que a democracia é. Estavam dispostos até a manter a escravatura, com o pretexto de "se o povo o quisser...", como se a dignidade humana fosse objecto de discussão e a população geral estivesse igual de tramada do que eles.

ARMANDO GUERRA: População previamente depurada pelo regime de McHitler, não esqueçamos. Quém sabe, se calhar anos de lavagem de cérebro do régime converteram os austriacos num rebanho de ovelhas carnívoras que apoiam tais selvagerias... olhem para Nova Salvador...

APRESENTADORA: Mas volvendo ao que falávamos, os estados democráticos não apoiaram à CoRCES...

ARMANDO GUERRA: Óbvio: aquilo não saiu bem, pois o seu engano foi descoberto no primeiro minuto e as potências democráticas deixaram as coisas claras, muito claras: elas não vão intervir na Commonwealth para benefício de un fato de marquesinhos malcriados que brincam aos demócratas como crianças que brincam aos índios e os cowboys. Eles não são as pessoas ajeitadas para levar os direitos humanos e a democracia à Áustria, e o mundo sabe-o. Mas agora a sua desesperação uniu-se à desesperação de McHitler e acabaram por se entenderem: o plano é que McHitler faz um teatrinho de referendos, entrega-lhes o poder aos marquesinhos, os marquesinhos passam a "fazer de McHitler" e McHitler é salvo de pagar pelos seus crimes. Haverá algumas mudanças "cosméticas", com certeza: mudarão nomes de estados, bandeiras... eliminarão os aspectos mais "folclóricos" do régime (as legiões e tal...), e para terem contentes aos soteropolitanos dar-lhes-ão uns territórios, como se a nação fosse uma fazenda. Tudo muito ridículo, se não fosse tão trágico para o povo da Commonwealth.

[...]
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Manifestação da extrema direita

Mensagem  Galiza em Ter Jan 29, 2013 1:29 pm

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Manifestação da extrema direita pela unidade de Espanha


Decorreu hoje na cidade da Coruña uma manifestação "Pela unidade de Espanha e contra o separatismo", organizada pela organização de extrema direita "Nuestra Patria España". A manifestação protestava contra a decissão da Assembléia Provisória de submeter a referendo o reconhecimento do chamado Governo do Estado Espanhol Restaurado, e reclamava a imediata adessão da Galiza a esse estado e a supressão da Xunta e o Parlamento da Galiza, como "elementos de divissão da nação única espanhola e luxos pagados pelo povo para serviço da casta dos políticos separatistas", segundo o comunicado lido ao final. A manifestação, para a que chegaram autocarros de várias cidades galegas, reuniu 50.000 pessoas segundo os organizadores e 5.000 segundo a polícia local. A presença de lemas e simbologia extremista, incluindo apoios ao nazismo e até berros a favor de McHitler, gerou algúns momentos de tensão, mas a forte presência da polícia evitou problemas maiores.



A manifestação foi autorizada pelo Conselho Geral, apesar das denûncias feitas por diversos colectivos que pediam a sua proibição, ao entenderem que visava fazer apologia dos crimes nazistas e chamamentos à violência.

Esta manifestação inscreve-se na campanha, já começada, do referendo sobre o reconhecimento ou não do governo de Madrid. Dos partidos políticos parlamentares, apoiam a "opção A" (reconhecimento de Madrid) a AP e a UDP, enquanto que a "opção B" (não reconhecimento e eleição duma assembléia de caráter constituínte) é apoiada pelos partidos nacionalistas e de esquerda (FSG, AxG, CDG, MPU e IES).
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Boiro campeã da Copa UEF de futebol feminino

Mensagem  Galiza em Sab Fev 09, 2013 12:36 am

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ESPECIAL DESPORTO: a ACRD Boiro, campeã mundial de futebol feminino



As jogadoras do Boiro conseguem a Primeira Copa do Mundo de Futebol Feminino para a Galiza!

A equipa de Boiro converteu-se hoje na primeira campeã de futebol feminino da UEF, depois de vencer contundentemente ao Southampton lapálio na final jogada em Nova Almada por 5 a 0. Dois golos de Verónica, um de Melanie, outro de Martina e outro de Nieves assinaram uma excelente época da equipa do Barbanza.


Celebração do primeiro golo (de Melanie) pelos seguidores, num bar de Vigo

Esta vitória é celebrada por toda a Galiza, pois todo o país tem seguido às de Boiro e tem torcido por elas como equipa própria. Aliás, o triunfo do Boiro foi uma grande promoção para o futebol feminino, que está comezando a atraer por toda a Galiza mais seguidores e praticantes.

Amanhã a equipa regressará de Almada e será recebida no aeroporto de Labacolla, em Santiago, pela sua torcida e centos de seguidores de todo o país. Para já, estão previstos actos de homenagem com as autoridades do Conselho Geral em Santiago, e uma grande festa de recepção na vila de Boiro, que seguirá toda a fim de semana.


A equipa ganhadora posa com o trofeu
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OPINIÃO

Mensagem  Galiza em Qua Mar 13, 2013 10:39 pm

Artigo de opinião no jornal "Praza Pública"

O colunista galego Armando Guerra, no jornal "Praza Pública", escreveu:


Mais uma vez a classe dirigente da Commonwealth alimenta o seu próprio descrédito perante o mundo, demonstrando, mais uma vez, a sua absoluta carência de seriedade. Nesta ocasião é difícil saber quém atamancou isto: os que propusseram e levaram a votação um candidato que não cumpria com as normas? Os constituintes que não fizeram uma lei adequada para a eleição? Em qualquer caso, o melhor que pode fazer Dom Pedro é abdicar para não ter que reinar rodeado por aquela cambada de tresloucados.

[...]

Mas a questão mais preocupante é cómo, aos poucos, a Commonwealth caminha de novo com passo firme cara um novo régime autoritário. As eleições constituintes, cheias de irregularidades, deram o poder a um estranho partido que, com os seus extravagantes revivals historicistas, tenta ocultar que é o herdeiro directo do régime anterior. As cortes constituíntes já desenharam um modelo constitucional que é o sonho de qualquer aspirante a ditador, com expressões como "autocrácia", "poder absoluto" ou "sem dar explicações a ninguém" que arrepíam a qualquer demócrata. E como a eleição de monarca não deu o resultado que aguardavam, já começaram a mover os fíos para colocar no trono um "marquesinho" qualquer, mais ajeitado do que Dom Pedro, um verdadeiro demócrata lapálio.

[...]

Sem a intervenção de Lapália, que Dom Pedro impulsou activamente, agora McHitler seguiría no poder. Os "marquesinhos" da CoRCES continuariam no exílio, ou se calhar brincando às guerrilhas, e o resto de facções políticas da Commonwealth (legalistas, demócratas, romanistas...) seguiriam subjugados pela ditadura (bem, se calhar os romanistas não haviam estar muito "subjugados"). A boa vontade de Lapália e São Paulo, e o seu sentido da justiça, levaram-nos finalmente a intervir para ajudar àquele povo. Mas, o qué atoparam na Commonwealth? calúnias, boicotes, ameaças, nenhuma colaboração e aínda menos agradecimento, por parte daqueles aos que foram a ajudar, arriscando vidas e dinheiro. A CoRCES e os demais partidos aguardaram que as forças internacionais os livrassem de McHitler, e a seguir apunhalaram-nos pelas costas.

[...]

Se há uma coisa que devemos dar por certa é que a próxima ditadura da Commonwealth será definitiva. Depois de todo o acontecido, a imagem internacional do país ficou assim tão danada que nenhuma nação democrática estará disposta no futuro a ajudar à Commonwealth a se liberar dum tirano. A ingratidão e a incoerência dos "marquesinhos", dos "legalistas" e de todos os outros já ficaram gravadas nas nossas memórias.
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ESPECIAL REFERENDO (1)

Mensagem  Galiza em Dom Mar 24, 2013 11:44 pm

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[OOC: ao passo da tartaruga, mas vou tentar fazer avançar o meu RP]

ESPECIAL REFERENDO

- Boa noite, senhoras e senhores espectadores, e bem-vindos a este programa especial da TVG sobre o referendo de hoje.



- Os cidadãos e cidadãs da Galiza decidem hoje entre duas opções: a “opção A” seria a do reconhecimento imediato do governo do Estado Espanhol Restaurado, estabelecido em Madrid depois da situação de anarquia criada pela Crise de Maio. A “opção B” seria a da eleição de uma nova assembléia legislativa ad hoc, com o mandato de decidir o futuro imediato institucional do nosso país.

- A convocatória deste referendo foi o principal acordo, com amplo consenso, atingido pela recente Assembléia Provisória convocada pelo Conselho Geral da Galiza. Com este referendo procura-se superar o impasse político no que está o país depois da estabilização após a Crise de Maio, na que colapsaram as instituições do Estado Espanhol.

- O Conselho Geral, formado pela a colaboração das instituições autonômicas, autárquicas e estatais na Galiza e todos os partidos, conseguiu manter o país em ordem durante esses meses de caos e anarquia generalizada no resto de Espanha. Finalmente, as autoridades espanholas foram restabelecidas em Madrid, mas a situação além Padornelo está longe de estar normalizada, e o chamado Governo do Estado Espanhol Restaurado não é aceite nem reconhecido em grande parte do território espanhol, nem por importantes sectores políticos galegos. Depois de longas discussões na Assembléia Provisória, as forças políticas decidiram consultar aos cidadãos sobre a decisão a tomar.

- Hoje os galegos e galegas foram às urnas para expressar a sua vontade. Embora as primeiras sondagens ao começo da campanha davam vantagem à “opção A” (reconhecer o governo de Madrid), a “opção B” (assembléia constituinte) tem ganhado mais apoiantes, de jeito que o resultado está totalmente aberto.

- Conectamos com os nossos repórteres para conhecer como foi que se viveu a jornada eleitoral:



Boa tarde, ou boa noite já, desde esta escola do bairro de San Roque da cidade de Lugo, onde estão votando os últimos cidadãos, já perto da hora do fechamento. As votações tiveram lugar com total normalidade durante todo o dia, com uma alta participação e num clima animado, sem qualquer incidente.

Contudo, a autoridade eleitoral indicou algum incidente menor na localidade de A Guarda, onde houve um pequeno altercado entre partidários de diferentes opções que acabou com duas pessoas detidas, e também no Ferrol e A Coruña, sem maior transcendência. Também houve denúncias por “carretagem” de votantes em várias aldeias da província de Ourense, e por muitas vilas apareceram cartazes e grafites de propaganda não autorizados nos centros de votação, mas foram todos retirados rapidamente pelas autoridades.

As fontes de Conselho Geral assinalam que o referendo transcorreu com normalidade, considerando a importância da votação, com uma alta participação, possivelmente acima do 72% do censo, o qual seria uma participação superior à de todos os processos eleitorais da democracia na Galiza.
- Muito obrigado. Lembremos que neste referendo, apesar de não haver candidaturas, os diferentes partidos políticos fizeram campanha a favor de uma ou outra opção. Dos partidos parlamentares, a AP (Aliança Popular) e a UDP (Unidade Democrática para o Progresso) apóiam firmemente a “opção A” e a reunificação imediata da Galiza com o governo madrileno. Por contra, o resto dos partidos, que são a FSG (Federação Socialista da Galiza), AxG (Alternativa por Galiza), MPU (Movimento do Povo Unido), CDG (Centro Democrático Galego) e IES (Iniciativa Eco-Socialista) pedem o voto para a “opção B” e a eleição duma assembléia galega de tipo constituinte que havia decidir sobre a questão.

- Além dos partidos parlamentares, apóiam também esta opção os pequenos partidos da esquerda independentista e os novos movimentos sociais como “Democracia Real Já”, o Movimento 15-M ou grupos ambientalistas, e outras organizações como a Mesa Pela Língua Galega. Também a apóiam os principais sindicatos como o nacionalista CIG (Confederação Intersindical Galega), Comissões Obreiras (CCOO) e a União Geral de Trabalhadores (UGT), e mídia como os jornais “Praza Pública” e “Sermos Galiza”. A união a Madrid é apoiada por alguns grupos como a Associação pela Liberdade de Língua, alguns dos principais jornais do país (nomeadamente o “Grupo Voz” da Coruña, o “Faro de Vigo” e “La Región” de Ourense), além de por pequenos grupos da extrema direita. Por outra parte, a Igreja e as organizações empresariais não manifestaram uma posição definida e optaram pela neutralidade.

- Fazemos agora uma pausa e regressaremos com os resultados.


Última edição por Galiza em Seg Mar 25, 2013 12:34 am, editado 1 vez(es)
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ESPECIAL REFERENDO (e 2)

Mensagem  Galiza em Seg Mar 25, 2013 12:33 am

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ESPECIAL REFERENDO

- Boa noite de novo, senhoras e senhores, continuamos com este programa especial da TVG sobre o referendo que há decidir o futuro da Galiza após a Crise de Maio, a grave crise política e institucional que levou ao colapso as instituições espanholas da Constituição do 78.

Já, quando já chega a meia-noite, temos já quase os resultados definitivos. Durante toda a recontagem os resultados parciais davam uma ligeira vantagem à “opção B”, a da Assembléia Constituínte.

- Conectamos com a central de dados na sede da Xunta de Galicia, onde nos comunicam que vão ser feitos públicos os resultados definitivos. Efetivamente, está a falar o Secretário da Conselheria de Interior, para dar os resultados definitivos:



Boa noite, senhoras e senhores. Uma vez apuradas as últimas mesas eleitorais, e com a recontagem ao 100%, passo a comunicar os resultados oficiais do “Referendo sobre o reconhecimento do chamado ‘Governo do Estado Espanhol Restaurado’ ou a eleição de uma nova Assembléia da Galiza”:



Portanto, o resultado do referendo foi a vitória da “opção B”, segundo a qual será eleita uma Assembléia que decidirá o futuro político da Comunidade Galega. Muito obrigado, pela sua atenção, e se têm qualquer pergunta...
- Já ouviram, senhoras e senhores! Com um milhão de votos e o 52... quase o 53% de apoio, resultou ganhadora a opção da convocatória de eleições a uma assembléia galega para decidir o rumo do país!



- Segundo a lei de convocatória deste referendo, deverá ser eleita uma “assembléia com poderes soberanos”, que terá 150 deputados e substituirá o Parlamento actual, assumindo a representação do povo galego.

- Efetivamente: a Assembléia deverá, num prazo máximo de dois anos, dotar à Galiza dum “novo marco constitucional”, o que pode significar um novo Estatuto, uma redefinição das relações da Galiza com o Estado Espanhol, um reconhecimento do Governo de Madrid depois duma negociação das condições...

- Ou até o Estado Galego independente, como pedem alguns grupos.

- Pois é, sim... a partir de agora estão abertas todas as opções. Este é o resultado, senhoras e senhores: Galiza elegerá uma “Assembléia Soberana”.

- Bem, senhores, imos a publicidade, para depois conhecer as reacções dos diferentes grupos políticos perante estes resultados.

[...]
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Re: CRTVG - Compañía de Radio-Televisión de Galicia

Mensagem  São Paulo em Seg Mar 25, 2013 7:46 pm

Em São Paulo, a Comunidade Galega acompanhava ao vivo/em directo com um telão na sede da "Liga da Comunidade Portuguesa de São Paulo". Ao receberem a notícia - com um minuto de atraso - que a opção "A" havia sido derrubada, houve uma euforia geral. Homens e Mulheres, sem se conhecerem se abraçavam indiscrimnadamente. Muitos diziam: Agora seremos livres. O Fogar de Breogán estava sendo cantado por todos ali presentes.

Já na "Espanha Paulista", a República da Andaluzia, os que antes eram contra mas depois do processo de autonomização promovido pelo governo central em São Paulo, receberam com alegria que a Galiza estava às vias de sua independência. "Uma Revolução Pacífica", como se diz por todo o Império, está em curso.

O Imperador Maximilien I, enviou ao Povo Galego suas "mais cordiais saudações pela democracia e pelo direito da autodeterminação dos povos serem exercidos".
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Re: CRTVG - Compañía de Radio-Televisión de Galicia

Mensagem  Sarvoya em Seg Mar 25, 2013 7:56 pm

Em Sarvoya, um comentarista do Jornal Aurora na Rede Novastartia deixa sua opinião:
"Não há o que comemorar. Praticamente metade da população é contra. Deveria ser necessário 70% dos votos para decidir o futuro da Galiza, não importa para qual lado."
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Re: CRTVG - Compañía de Radio-Televisión de Galicia

Mensagem  Commonwealth em Seg Mar 25, 2013 8:52 pm

O Comité de Salvação Pública rapidamente esboça uma nota onde critica severamente os resultados do referendo alegando que uma maioria de nem 3 pontos percentuais não representa verdadeiramente a vontade do povo. O Regente e Guardião do Trono Federal, Pedro de Hohenzollern, defendeu abertamente a independência da Galiza como uma república democrática e federal.
Mas a surpresa do dia veio do Comandante das Armas da Commonwealth, Sam Lincoln, que emitiu uma nota a felicitar o povo galego e a desejar um futuro próspero e democrático; ato este que viola os predispostos em relação às Forças Armadas Comunais e portanto o Comité de Salvação Pública já conduziu a situação ao Supremo Comité Constitucional.
Nos bastidores do Palácio do Comissariado e do Palácio do Leal Senado fala-se quase que em surdina sobre uma possível revolução; o governo em Sydney treme e o CNFA em Wellington festeja.
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Re: CRTVG - Compañía de Radio-Televisión de Galicia

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