Guerra de Secessão Portuguesa

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Astartia em Sex Jul 13, 2012 10:57 pm

Em alguns círculos do governo já se fala que Portugal ainda vai ter um regime republicano e federalista semelhante ao Astartiano, e alguns representantes já debatem abertamente a possibilidade de uma "commonwealth" Portuguesa, e para se mediar o conflito entre Portugal e as suas ex-colónias de forma a impedir uma desagregação completa do "espaço lusitano". Mas sempre que o debate avança um pouco, a questão Triestiana abafa qualquer discussão. No entanto a decisão de Lapália de expulsar os invasores estrangeiros de Portugal é aplaudida por ambas das câmaras do congresso, na mente da maioria dos deputados, os Portugueses tinham direito à sua autodeterminação.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Lapália em Sab Jul 14, 2012 4:55 pm

Os integralistas ripostavam, mas o apoio dos neo-setembristas às tropas lapálias levantou a moral dos soldados. O grosso das tropas é dividido em dois, um para sul outro para norte. As notícias da queda de Setúbal não eram animadoras, e o apoio do porta-aviões LNS Yorkshire recomendava-se. É posto em marcha e deveria chegar em 3 dias.



O marechal Arthur Wellesley, comandante dos exércitos lapálios, recomenda aos neo-setembristas começar o ataque pelo sul, enfrentando o Exército de Operações do Sul primeiro. No norte do Alentejo a ordem é para manter posições e analisar o inimigo, mas para não avançar ainda. Contudo, depressa teria de ser tomada uma decisão, pois não se pretendia deixar os portugueses fortalecer as suas fileiras. Os voluntários então, quantos menos melhor, embora as tropas lapálias tenham melhor treino e equipamento em cima.

Aveiro e Coimbra, que sofriam cercos apertados, requeriam também atenção. Batalhões de Fuzileiros da Marinha são enviados para ambas as cidades, para ajudar a derrotar o cerco. Os navios da marinha nas imediações começam a bombardear as posições inimigas.


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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Sab Jul 14, 2012 6:28 pm

O velho Ávila tinha finalmente o seu génio posto à prova. Em Piratininga salvou uma vez o falecido imperador de um ditador militar louco. O soldado paulista, ainda "que do contra" conhecia ele bem, agora o Lapálio não. Mas sabia bem que eram militares bem treinados e equipados.

O General Van Pelt, um mercenário contratado na Astártia, e comandante do Exército de Operações do Centro, inicia uma ofensiva através da Beira Alta rumo à costa, pretende levar tudo de varrida.

As Ordenanças que faziam o cerco a Coimbra, rapidamente vêm-se rodeadas de militares de linha e milicianos. Coimbra cai, ao fim e ao cabo eram civis armados a lutar contra um Exército profissional. Com Coimbra tomada, acabava o pesadelo integralista no Centro. Aveiro para Van Pel e Ávila não passava de um "buraco", e pretendiam arrastar os neo-setembristas todos rumo ao mar, "para nadarem todos de vez para África", nas palavras de Ávila.

Coimbra seria ocupada com a saída do Exército de Operações, pelo Exército de Observação do Centro, sub o comando de Gustav Darko, outro oficial astártio mercenário.

Van Pelt começa a preparar as suas tropas para engajarem em combate contra os fuzileiros lapálios. Conta com o apoio das Ordenanças do Exército de Observação do Centro para monitorizarem as posições do inimigo.

A Norte, o Exército de Operações do Norte, sub o comando do General D. Álvaro Mendonça, incia uma investida severa contra o porto. Contudo a Guarda Nacional do Porto, e os Batalhões de Voluntários neo-setembristas barram a passagem por alturas de Famalicão. Resistem a todo o custo para aguardarem a chegada dos fuzileiros lapálios para os auxiliar na investida sobre Braga, quartel general do Exército de Operações do Norte, e do Exército de Observação do Norte.

Os Neo-Setembristas enviam o comunicado secreto ao comando Lapálio afirmando, que têm as tropas prontas para invadir o Algarve, contudo "teme-se que a Armada Portuguesa, e a Marinha Soteropolitana e Paulista, leais aos Integralistas, inicie uma investida defensiva contra as forças da confederação, podendo provocar um desastre colossal ao nível de um holocausto no mar!". Requerem uma escolta de navios de guerra bem equipados. Dessa forma poderão colocar o corpo expedicionário, liderado pelo Marechal Corte Real, em pronta resposta para invadir o Algarve através de Portimão, cidade favorável ao Neo-Setembrismo.



Voluntário Realista de Mangualde durante o cerco de Coimbra. O seu fanatismo misto de religioso e político, impediu com que perdesse a moral e lutasse até ao fim. São forças relativamente fanatizadas pela religião com quem os Lapálios terão de combater.


Foragidos da Guarda Nacional de Coimbra tentando levar consigo o máximo de equipamento possível. Até uma velha e ferrugenta metralhadora lhes é extremamente valiosa...


Voluntário Realistas descansando depois da tomada de Coimbra. Apesar de terem um uniforme exactamente igual a um soldado regular, a única coisa que os distingue dos seus congéneres é o uso de um chapéu próprio. Não houve fundos suficientes para os equipar com capacetes como as restantes forças regulares.


Voluntários Realistas desempenhando funções de reconhecimento no norte do Alentejo. Apesar de serem voluntários, o seu treino é igual ao dos Caçadores (tropa ligeira treinada para guerrilha e reconhecimento), tento equivalência a essa arma perante o Exército.


Apesar de terem uma eficácia quase nula em combate, são relativamente eficazes em reconhecimentos e combate contra infantaria. São veículos todo o terreno e camiões convertidos em blindados, prática recorrente das Ordenanças, e também muito usada pela Guarda Nacional. Os Voluntários Realistas também têm a sua frota de blindados ligeiros.
Estes pertencem ao Exército de Operações do Sul, e fazem reconhecimento...


Grupo de Caçadores do Exército de Operações do Sul, montando um pequeno canhão automático para defesa de uma localidade.


Caçadores de Campo Maior marchando em Portalegre. É notória o objectivo de engajar contra os Lapálios.

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Sab Jul 14, 2012 9:56 pm

Em São Paulo, como consequência da loucura e do fracasso estratégico do imperador Maximilien II, o representante da Coroa no Congresso Nacional enviou para votação uma Moção de Reforma* do Imperador. A Oposição e os Governistas se uniram e fora aprovado com maioria absoluta no Congresso. O Senado, utilizando de suas funções, ordenou por meio de decreto legislativo* a dissolução do Conselho Real de Defesa e mandou à reforma o General Euclides Figueiredo.

Nas ruas de toda a nação o povo saiu as ruas apoiando o Congresso Nacional, entre a grande maioria ninguém falava em "depor Maximilien II" ou em república, mas sim, "reformá-lo", junto com as estruturas centenárias do poder.



Povo nas Ruas: Max II Fora!

Setores Nacionalistas, Conservadores e Liberais das Forças Armadas chegam a um acordo: iremos defender a vontade soberana do povo e não disseram mais nada, deixando a classe política em xeque. Por isso a classe política aposta no Coronel (na reserva) e economista, Jorge Aziz como Primeiro-Ministro.


Deputado Jorge Aziz, discursa na posse como Primeiro Ministro e transferindo o posto de "Líder da Bancada Social-Democrática" e de "Líder da Bancada Nacionalista" no Congresso Nacional e na Câmara dos Deputados, respectivamente.

O Primeiro-Ministro Jorge Aziz enviou um comunicado secreto ao Marechal Ávila, deixando a ele o armamento das Forças Armadas Paulistas que necessitar e também está a disposição das forças leais à coroa o território nacional paulista, estando sempre de "braços abertos" para concessão de asilo ou como refugiados de guerra.

Os Estudantes, jovens e reservistas nas faculdades, clubes e grupos políticos se armam com apoio e treinamento secreto das Forças Armadas, prevendo uma invasão Lapália, mas muito jovens querem mesmo é ir lutar em Portugal. A Igreja Ortodoxa Paulista - credo de 70% da população - apoia com veemência a Luta por Deus em Portugal e abre suas portas para refúgio no Mosteiro de São Marcos, na cidade eclesiástica de Aparecida.



Padre Ortodoxo discursa em frente a Catedral Metropolitana da Sé, Capital de São Paulo.

Já alocando a Família Real Portuguesa, em segredo, o governo e a Casa Real de Piratininga, disponibilizam o Palácio da Boa Vista em Campos do Jordão, próximo à cidade eclesiástica de Aparecida "para usufruto de D. Afonso e da Família Real Portuguesa até quando durar a estadia em terras paulistas ou estiver sob proteção do Reino Unido de Piratininga".


Parada Ferroviária no Centro de Campos do Jordão

* A Moção de Reforma é um instrumento de afastamento compulsório, do Congresso Nacionao, ao monarca de seus poderes régios ou de qualquer autoridade nacional, só pode ser utilizado quando o monarca ou o administrador público coloca em risco o Estado, a soberania interna, externa e a independência nacional.
* O Decreto Legislativo é um instrumento administrativo em que o Congresso Nacional pode editar para modificar alguma instituição criada e que não esteja de acordo com os interesses nacionais e/ou coloque-os em risco.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Lapália em Dom Jul 15, 2012 2:52 pm

Os Fuzileiros em Aveiro acabam por ser as primeiras vítimas lapálias do conflito. Quando vêm que a cidade está perdida, uma boa parte ainda foge de volta para os barcos. Apostava-se agora na defesa de Aveiro e Porto, para onde mantimentos e armas são enviados. As embarcações de guerra nas redondezas começam a bombardear as linhas inimigas, seja só para desestabilizar, mas aproveitando para reduzir o número de inimigos...

Em Famalicão chegam as primeiras remessas de fuzileiros, mas mais já tinham desembarcado no Porto, preparando-se para avançar sobre Braga. Recomenda-se aos portugueses que continuem à defesa mais algumas horas, pois o porta-aviões LNS Yorkshire estava prestes a chegar ao litoral norte português, donde se poderia iniciar um primeiro ataque aéreo sobre a defesa integralista em Braga. Nos entretantos, os oficiais vão dando conselhos às tropas menos treinadas dos neo-setembristas...


Já no sul, prepara-se o ataque a Portalegre. Os satélites davam ideia de onde as tropas se aquartelavam, e é nesses locais que a força aérea inicia um bombardeamento. Como era costume, o exército lapálio preferia sempre só avançar depois dos atques aéreos ou navais, no litoral...

Era no sul que se dispunha de melhores meios, de tanques de guerra melhores e mais aeronaves, afinal estavam todos a passar directamente pela fronteira. As notícias do fanatismo sentido em zonas como no assalto a Coimbra, fazem Arthur Wellesley dar a ordem de "avançar sem piedade sobre o inimigo". Embora os lapálios não estivessem ali por motivos religiosos, a honra era o que mais lhes importava, e vencer aquela guerra era uma honra enorme.
Entretanto o pedido para a invasão do Algarve é aceite, pois o plano era mesmo começar por dominar o sul. É organizada uma grande frota em Lapália, e enviada o mais depressa possível para se encontrar com as guarnições neo-setembristas. Não havia tempo a perder, deixar o inimigo restabelecer forças era algo que Lapália evitava a todo o custo.



Tanques de guerra como estes estão nas imediações de Portalegre, nas linhas lapálias
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Dom Jul 15, 2012 6:15 pm

Mal Aziz mandou o comunicado, Ávila requisitou logo uma série de material, desde aviação, blindados, até armamento ligeiro, qualquer coisa que fosse descarregada em Portugal estaria na mão de algum "defensor do Trono e do Altar".

Contudo, Ávila já perdia a esperança que os Paulistas regressassem de novo... O fardo estava todo sobre os seus ombros e dos seus "convidados astártios".

Com a derrota dos primeiros destacamentos nas imediações de Coimbra, o Exército de Operações do Centro, faz uma algazarra descomunal. Parecia um casamento cigano, tiros para o ar, e muitos "Vivas a El Rei!" e muitos "Vamos queimar a Constituição!"...

Van Pelt consegue assim a estabilidade do Centro, desde a Beira Alta até à costa. Aveiro no entanto fortifica-se, trincheiras, entolheiras, sucata tudo que crie barreiras os engenheiros e habilidosos fazem-no, tudo em prol da defesa. A primeira vaga entusiástica de militares integralistas que chega aos arrabaldes de Aveiro, é recebida com artilharia naval lapália, foguetes de exaustão, morteiros e tiros de artilharia vindos das fortificações.

Nem sequer houve tempo para ninguém morrer, pois os Voluntários Realistas fugiram que nem gatos assustados perante aquela Bizâncio Neo-Setembrista.

No Porto, as instruções do Coronel Jorge Lima, que sendo a patente militar do neo-setembrismo mais alta presente na cidade sitiada, assume a chefia total a nível militar da cidade. Desaconselha que de momento os lapálios aterrem qualquer aeronave militar no Aeroporto Sá Carneiro, em virtude de este estar ocupado pelo Batalhão de Voluntários Realistas de Vila do Conde, assim como um "sem número" de Ordenanças (milicias locais) armadas. Apela ainda, para que os Fuzileiros se aliem ás tropas do Regimento de Infantaria Nº4 (regimento amotinado, que tomou o partido do Neo-Setembrismo) com vista a lançarem um assalto sobre o dito aeroporto, e a forçarem a sua posterior defesa com vista a servir como base de operações aéreas, e "pista de aterragem de emergência".

Os ataques aéreos sobre o Exército de Operações do Sul, causou os seus estragos, vários blindados destruídos, homens feridos, peças de artilharia estragadas/destruídas. Contudo, os meios anti-aéreos deram resposta ao que puderam. Os militares integralistas atrincheirados em cidades, tiveram mais sucesso, pois a presença de meios anti-aérios, legados do tempo da presença paulista fizeram a diferença.
O ataque serviu para baixar a moral, e até mesmo retrair qualquer intenção de ataque por parte das tropas lideradas pelo Marechal Ávila.

No Algarve, os Lapálios encontram de facto algumas guerrilhas neo-setembristas, e alguns Batalhões Nacionais reconstruídos à pressa. Na sua maioria nem uniformes têm, ou então usam um misto de roupas civis e uniformes militares, com crachás com a sigla "GN" (Guarda Nacional). Uma coisa os destingue bem, as velhas bandeiras de Batalhão que ficaram em Portugal, onde se lê "Constituição ou Morte". Claramente, os Lapálios ficam sem dúvidas quando os para-militares se apresentam com este aparato, são neo-setembristas. Estes guerrilheiros servirão de guias aos lapálios. No Algarve, apenas há a presença de uma Divisão do Exército de Observação do Sul, debaixo do comando do Brigadeiro José Maciel. Mas de todos os Exércitos de Observação é de longe o mais fraco... De tropa de linha só tem 1 Regimento de Infantaria!!!!! Estando este em Setúbal a reter os ânimos da população, o resto... Voluntários Realistas, a nível mediano, e Ordenanças, estes últimos literalmente "tropa" saloia, não passando de civis armados pelas Câmaras Municipais (de executivo integralista).

Os guerrilheiros Neo-Setembristas, para que os Lapálios os identificassem e não os confundissem com integralistas, passariam a usar um lenço vermelho ao pescoço. Como a "raridade" de uniformes é tão grande, ou então a amalgama é abusiva, poderia gerar fogo amigo, desta feita já se desfazem os equívocos.

No entanto em Évora, Quartel General de Ávila e do seu Exército do Sul, já se sabia do avanço dos lapálios... Sentado num decrépito e quente jardim, o velho Marechal repousava, estava confiante acima de tudo, ou pelo menos de consciência tranquila pois no seu ver "não tinha traído seu soberano, e servia-o como leal criado". Dois Majores aproximam-se, ele continua a afagar o seu farfalhudo e secular bigode, sempre com um toque paternal para com os seus militares, coisa muito típica sua...




Marechal Duque de Ávila: Oh os meus ajudantes de campo... Como tendes passado nestes passeios militares pelo Alentejo?

Major Alves: Calor mata-nos...

Marechal Duque de Ávila: Notícias?

Major Alves: As "Onças Pardas"* já começaram o ataque...

Marechal Duque de Ávila: Então, os dois grandes e ancestrais exércitos da Ibéria finalmente confrontam-se ao fim deste tempo todo?

Major Lima: Sabe marechal, faz falta o Papá**...

Marechal Duque de Ávila: Têm o "Padrinho"... *risos*

Major Alves: Quando acha que o magnânimo Condestável Óscar Carmona avançará...

Marechal Duque de Ávila: Está muito velho, e muito casmurro... E desiludido com o estado da nação. Diz que não mata portugueses, sejam eles bons ou maus, diz que já viu portugueses a morrerem que chegue durante a Grande Guerra... Deixem as "Onças Pardas" armarem o caos, ele acha que isto é treta minha para o convencer a liderar o Exército todo... Tirem fotografias.

Major Lima: Meu Marechal está muito calmo... Acha que venceremos?


Ávila parou por uns segundos a olhar para o horizonte alentejano, que se perde de vista pelas imensas planícies...

Marechal Duque de Ávila: Com Lapália à defesa, se for muito bem feito, e os homens estiverem dispostos a sacrifícios, acredito... Em África, nunca mais, perdemos África.

Major Lima: Não diga!?!?

Marechal Duque de Ávila: Se Lapália retirar as Onças Pardas, e São Paulo mantiver a ajuda material e moral, e Nova Salvador mantiver o terror em África... Nova Salvador poderá decidir muito, se os seus militares não entrarem na via da bandalheira, e aguentarem os Chiões e a sua tropa fandanga lá entretidos, e a contar com a retirada Lapália, sim... Mais o apoio de São Paulo podemos reconquistar África e impor as leis de El Rei!

Major Alves: África é o ninho dos Chiões... Os soteropolitanos estão a vacilar lá, não tarda nada temos aí um exército crioulo (tom depreciativo). Ou no norte ou no sul...

Marechal Duque de Ávila: Não vacilem, e deixem-me conduzir o processo... Tratem de convencer o Papá a entrar...


* Onças Pardas: Nome dado pelos militares integralistas aos lapálios em virtude dos seus uniformes camuflados.
** Condestável do Reino (título honorário), Grão Mestre das Ordens Militares (título honorário), Marechal Óscar Carmona. Herói de guerra português, e conceituoso militar e estratega. Figura de soberano respeito para todos os militares portugueses e icon do Exército. De longe o melhor estratega português, participou na Grande Guerra como Cadete com apenas 16 anos, enfrentou a Guerra do Ultramar durante os anos 60 e 70, e dirigiu os conflitos de finais do século XX inícios do século XXI em pareceria com Ávila.

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Lapália em Dom Jul 15, 2012 10:03 pm

Wellesley decide-se finalmente pelo assalto a Portalegre e ao Exército de Operações do Sul, após mais uma dose de bombardeamentos sobre as linhas inimigas. A primeira ofensiva, em que se perde 1 caça e se danifica outro, acaba por ser considerada na mesma um sucesso. As tropas formam e avançam, apoiadas pelos tanques e blindados. Esperava-se encontrar um bando de fanáticos religiosos, pelo que as tropas continuam instruídas a abater qualquer soldado a todo o custo. Era preciso abater o ânimo dos integralistas, e Wellesley bem sabia que qualquer avanço seu derreteria a moral inimiga.



Os conselhos do Coronel Jorge Lima são bem aceites, e assim se inicia o assalto ao aeroporto, cujo domínio representaria sem dúvida um grande avanço estratégico. Já no sul, as tropas que desembarcam são bem recebidas. A sua falta de uniformes acaba por fazer pena a alguns oficiais, e lá se encontram alguns uniformes velhos nos navios, que se dão a quem quiser. Atendo à pequena quantidade de integralistas no Algarve, o melhor era avançar já, a fim de se encontrar com o Batalhão do Alentejo (nome dado à secção do exército lapálio destinado a avançar sobre o sul; estando o do Norte agora a invadir Portalegre).

No Consulado os ânimos estão em alta, as tropas continuavam a ir para Portugal e o sucesso da operação seria também uma grande vitória política. As campanhas de recrutamento do exército intensificam-se, com o governo a dar fundos públicos... Era para aumentar o número de homens, para que a supremacia militar de Lapália se mantivesse...
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Seg Jul 16, 2012 1:12 am

No calar da madrugada, centenas de caminhões comerciais e trens de carga, descaracterizados, mas controlados pelas Forças Armadas Paulistas adentram território português adentro para atender ao chamado do Marechal Ávila. Atrás destes caminhões e trens, mais centenas de ônibus e trens de passageiros, lotados, com voluntários e reservistas treinados previamente pelas Forças Armadas. Todos estes, no começo da manhã, entregues a comando do Marechal Ávila, conforme combinado. Começava a "Operação Tejo".

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Sarvoya em Seg Jul 16, 2012 11:35 pm

Sarvoya não via necessidade de vigiar a fronteira terrestre com Nova Salvador, os bárbaros não ousariam atravessar o deserto. Além disso os radares de Monterrey, Santa Cruz e Vera Cruz já davam conta de alertar qualquer movimentação suspeita.

Sobre o bloqueio marítimo dos soteropolitanos, a Confederação mantinha-se tranquila. Todos sabiam que a guerra estava a terminar, mas os derrotados não assumiam.

Lapália e aliados são comunicados que Sarvoya mandaria provisões aos exércitos e civis de bom grado, mas estava impossibilitado pelo bloqueio soteropolitado, pedindo desculpas pelo inconveniente do vizinho.

Para os vizinhos soteropolitanos, ora considerados irmãos, a população deixa sua mensagem: "não esqueceremos".

ooc: não pude postar nada essa semana, estou com visitas.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Nova Salvador em Ter Jul 17, 2012 12:19 am

Sarvoya escreveu:Sarvoya não via necessidade de vigiar a fronteira terrestre com Nova Salvador, os bárbaros não ousariam atravessar o deserto. Além disso os radares de Monterrey, Santa Cruz e Vera Cruz já davam conta de alertar qualquer movimentação suspeita.

Sobre o bloqueio marítimo dos soteropolitanos, a Confederação mantinha-se tranquila. Todos sabiam que a guerra estava a terminar, mas os derrotados não assumiam.

Lapália e aliados são comunicados que Sarvoya mandaria provisões aos exércitos e civis de bom grado, mas estava impossibilitado pelo bloqueio soteropolitado, pedindo desculpas pelo inconveniente do vizinho.

Para os vizinhos soteropolitanos, ora considerados irmãos, a população deixa sua mensagem: "não esqueceremos".

ooc: não pude postar nada essa semana, estou com visitas.

O Imperador em telegrama responde. Vocês acabaram criando esta situação, Não queríamos tomar tal atitude, mas invadir Piratininga é algo que eu não tolerarei, Tentamos por 2 vezes tentar evitar tal situação, mas não quiseram me ouvir.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Nova Salvador em Ter Jul 17, 2012 4:42 pm

O Governo Soteropolitano resolve sustar o bloqueio naval em Sarvoya para navios civis, navios militares ainda estão proibidos de atravessar o bloqueio e assim permaneceram até sustarem a declaração de guerra contra Piratininga.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Ter Jul 17, 2012 6:49 pm

Ávila esfregava as mãos ao ver os camiões paulistas entrarem sorrateiramente com material fresquinho para o Exército de Operações do Sul. Manda um grupo de milicianos descarregarem tudo, e relega à logistica militar a tarefa de distribuir tudo pelas suas forças. Ao chefe de frota, pede-lhe para que entregue uma carta às autoridades paulistas, e que estas por seu turno as entreguem a Maximilien II. Na carta vão os melhores agradecimentos da causa integralista ao imperador, e a promessa que os meios ofertados serão usados com a maior justiça, e que no final do conflito restituídos da melhor maneira de novo a São Paulo.

Com aquela logística fresca, o Exército de Operações do Sul, à cabeça do Marechal General Ávila, inicia uma ofensiva agressiva sobre Lapália, tendo o engajamento sido feito directamente pelo Regimento de Granadeiros do Rei (tropa de assalto) com o apoio de blindados.

Os pequenos blindados portugueses, apesar de terem uma couraça muito mais fina que os dos blindados lapálios, têm algo que é um elevadíssimo poder de manobra, aliado a uma velocidade grande, cerca de 70 a 80 km/h.

Pelo que, Ávila opta por um embate directo de "blindado contra blindado", aliado à presença dos Granadeiros do Rei, muito habituados e treinados para combaterem junto de blindados. O objectivo dos blindados portugueses, é avançarem a velocidades altas para o meio dos blindados lapálios, e dispararem quase à "queima roupa" sobre os ditos blindados. Não é que um blindado português não fosse até capaz de resistir ao impacto de um blindado projéctil Lapálio, ou até mesmo capazes de os destruir, Ávila queria causar o caos, e corromper as fileiras blindadas lapálias para atingir as tropas regulares.

Os ataques aérios, causam algum desbaste nos blindados, tendo-se perdido logo num raid aério 20 tanques. Isto causou raiva em Ávila, porque foram perdidos porque se atrasaram em trazer as anti-aérias ofertadas pelos paulistas. Os responsáveis foram açoitados com 40 chicotadas como sentença...

Atrás dos blindados e do dito regimento de granadeiros, mais o Regimento de Granadeiros de Bragança, avança o Exército de Operações do Sul.

No Algarve o caso muda de figura, o Exército de Observação do Sul, tenta resistir ás investidas dos Lapálios combinados com os Batalhões da Guarda Nacional.
Agora devidamente equipados com uniformes velhos da marinha, já são facilmente reconhecidos pelos lapálios e evita-se deste modo o fogo amigo.

O Aeroporto Sá Carneiro caiu rapidamente, tendo o Exército de Observação do Norte sido extremamente lento em dar resposta. Contudo, as imediações do Aeroporto estão cercados de Batalhões de Voluntários Realistas. O Batalhão de Voluntários Realistas de Famalicão, o Batalhão de Voluntários Realistas de Monção e o Batalhão de Voluntários Realistas de Entre-os-Rios, mais a Legião de São Mamede (Braga/Póvoa de Lanhoso. Apesar de ter o nome de "Legião" tem as dimensões de um Batalhão).

Em África, e com os porta-aviões lapálios a patrulharem o mar, prepara-se o grande embate. A presença de um gigantesco porta aviões ao largo do porto, é motivo para causar terror em tudo que é integralista. A marinha está a guardar Lisboa, pelo que por mar até lá, é um perigo mesmo para os Lapálios. Os Neo-setembristas contam ainda com um motim qualquer na Armada a seu favor.

Uma frota de navios fretados à Companhia Comercial da África Portuguesa, leva os melhore regimentos que estavam em África para Portugal. Irão desembarcar metade em Aveiro e metade no Porto. Á cabeça de tal, vai o agora Marechal Corte Real.

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Convidad em Ter Jul 17, 2012 10:58 pm

A infantaria estava chegar em peso à fronteira com Nova Salvador, a artilharia começava a estar em posição, baterias anti-aéreas colocadas em vilas chave. Stalin sabia que por terra varreria os salvadorenses, até porque tinha enviado para a fronteira os seus melhores generais e divisões de blindados, mas para já era apenas uma forma de pressão.

No entanto, o Comissário Molotov começa a colocar as cartas em cima da mesa e envia um telegrama a Nova Salvador:

- A República Popular de Triestin tem como seu grande desejo existir num continente tranquilo e pacífico, pelo que a vossa agressão a Sarvoya é inadmissível e deve terminar de imediato.

Convidad
Convidado


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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Lapália em Ter Jul 17, 2012 11:51 pm

As movimentações paulistas são detectadas. Os que cometem o erro de passar perto de algum batalhão no Alentejo, são recebidos a tiro. O comentário nas tropas é de que "vieram para recuperar a honra, mas só vão é levar uma coça". Pelo menos assim se esperava. O aeroporto de Sá Carneiro permitiu a chegada de mais tropas por via aérea. Antes de avanços terrestres também os Voluntários Realistas iam levar com bombas na cabeça. O objectivo era agora avançar também no norte. O porta-aviões estaciona ao largo da Figueira da Foz, para assustar o mais possível os integralistas coimbrões; numa noite faz-se um raid aéreo para desmoralizar e destruir tudo quanto possível.


Já para o sul, dá-se o embate com os integralistas. Mal se começam a ver blindados a surgir, usam-se mísseis anti-tanque, quanto mais se fragmentasse as linhas inimigas mais fácil seria o combate. Os lapálios tinham feito algumas armadilhas no terreno, alguns buracos, que hoje em dia não seriam tão eficazes como antes, mas que a tradição ditava fazer. Já as tropas posicionam-se por trás dos tanques, homens com metralhadoras escondem-se nas colinas alentejanas à espera de ver os integralistas... A força aérea vai ajudando, mas eventualmente os integralistas começam-se a aproximar. A artilharia pesada começa a trabalhar, tenta-se a todo o custo bloquear qualquer avanço português.


No Algarve, continua-se a insistir no avanço. Só uma pequena parte do Exército de Operações do Sul estava lá. Pelo sim pelo não, decidem-se enviar mais 5.000 homens por mar. Nas pausa, quando não se punham balas nos integralistas, os soldados lapálios e portugueses jogavam as cartas, à bola... Ainda a guerra não estava tão intensa ali, mas pareciam dar-se muito bem.


Entretanto, no Consulado, a conversa é outra...


Arthur Harrison: Então, como vão as coisas?

General Tomás de Brito: Por agora, ainda não andaram nem desandaram... Ainda não houve confrontos directos, mas preparam-se...

Arthur Harrison: Então?! Não temos a maior potência militar?

General Tomás de Brito: Bem... Isto ainda agora começou, temos todos fé na vitória. Mesmo com a entrada dos paulistas, não será difícil. Temos lá muitos mais milhares que eles...

Arthur Harrison: Ganhamos, sim. Mas com a menor perda possível! Manda tudo o que puderes para lá. Almada, não tem tropas. O resto do mundo está connosco, os de Nova Salvador tramaram-se com os comunistas... Deixa as defesas, continua com a fronteira defendida em Piratininga, e mete tudo o resto lá para Portugal.

General Tomás de Brito: Bem, não é nada mal visto. Mas quem manda lá em Portugal é o Wellesley... Terá de falar é com ele.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Qua Jul 18, 2012 12:42 am

O Primeiro Ministro Jorge Aziz junto ao Regente Imperial abriram as fronteiras com Portugal para receber refugiados de qualquer natureza, garantindo-os a "garantia constitucional da liberdade". [/i].

O Imperador Maximilien II, em sua internação após ser diagnosticado e declarado "incapaz", decide abdicar ao trono em favor ao seu primo, Pedro de Bragança-Piratininga, duque da Casa de Bragança, descendentes do Imperador Pedro I e de Pedro II, do chamado Velho Regime, porém por ser filho de D. Aparecida de Piratininga, irmã de D. Maximilien I, pode assumir o trono, sendo assim considerado um membro da casa "Piratininga-Bueno".
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Nova Salvador em Qua Jul 18, 2012 1:18 am

Triestin escreveu:A infantaria estava chegar em peso à fronteira com Nova Salvador, a artilharia começava a estar em posição, baterias anti-aéreas colocadas em vilas chave. Stalin sabia que por terra varreria os salvadorenses, até porque tinha enviado para a fronteira os seus melhores generais e divisões de blindados, mas para já era apenas uma forma de pressão.

No entanto, o Comissário Molotov começa a colocar as cartas em cima da mesa e envia um telegrama a Nova Salvador:

- A República Popular de Triestin tem como seu grande desejo existir num continente tranquilo e pacífico, pelo que a vossa agressão a Sarvoya é inadmissível e deve terminar de imediato.

Os Navios estão em território Soteropolitano, agora, se a República Popular de Triestin deseja de fato viver em um continente pacífico pressione Sarvoya a revogar a declaração de guerra contra Piratinigna, até lá vai ser difícil negociar...
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Rokolev em Qua Jul 18, 2012 2:51 am

Estava reunido no Palácio Imperial em Edo um grupo composto pelas mais ilustres personas do Império, liderados pelo Imperador, encontravam-se também no local o Primeiro Ministro, Ministro da Defesa, de Relações Externas, Generais de todos os ramos das Forças Armadas e até alguns dos maiores CEOs da indústria Nipónica.

Convocados pelo Imperador Naruhito, este grupo tinha como objectivo planear os passos a seguir relativamente à "guerra mundial" que se avizinhava, obviamente que o grande objectivo final seria de não deixar a facção Integralista sair vencedora...ou pelo menos reforçada.


Todos estavam cientes que dificilmente Lapália não sairia vencedora nos combates em Portugal Continental, talvez até com o apoio militar não-oficial de Piratininga, composto por "voluntários", no entanto esta situação era desconfortável. Na frente colonial, onde após a humilhante retirada de Nova Salvador, as tensões se adensavam não havia muito que o Japão pudesse fazer - estando no outro lado do mundo, esse conflito era ainda mais distante aos olhos da população e das elites em geral. Ainda que a distância não fosse impedimento, Nova Salvador estava rodeado por adversários - por um lado o baluarte Neo-Setembrista das colónias Portuguesas, por outro Sarvoya e finalmente Triestin, que parecia um lobo esfomeado a olhar para uma ovelha. A haver guerra nessa frente iria ser muito provavelmente muito pouco equilibrada.


No entanto, após muita discussão, todos concordaram que havia algo que o Japão poderia fazer nesta guerra. A sua marinha era uma das mais capazes do mundo, como compete a qualquer nação-ilha com o poderio actual do Japão, e como tal haveria a possibilidade de pressionar e impor a sua sombra sobre alguém..esse alguém era a ilha de Timor e Piratininga, territórios com pequena tradição militar e com forças ou de pequena dimensão ou sem grande treino, ainda por cima Piratininga havia gasto muitos recursos há pouco tempo com movimentações de centenas de milhares de homens e grandes toneladas de material no seu território Ocidental...na sua fronteira Oriental pouco ou nada se tinha ouvido falar desde a mobilização total, seria de esperar que o país começasse a sentir os efeitos de tal esforço.


Os militares começam a planear a possibilidade de uma ocupação militar de Timor, mas a ilha ainda estava a uma distância considerada incómoda para a Marinha e para a Força Aérea actuarem.
A ideia geral seria de usar Timor como plataforma para apontar uma arma à cabeça de Piratininga e obriga-los a retirar todo o apoio militar aos Integralistas. A sua curta distância era tanto uma coisa boa como má, por um lado era uma óptima plataforma militar, por outro a sua proximidade tornava a ilha relativamente rápida de atacar para eles, contrariamente ao Japão, mas isto se Piratininga ainda tivesse dinheiro para balas..

No entanto, antes de se começar qualquer tipo de intervenção é necessário saber algo muito importante: Astártia, e a sua ilha no Oriente..se fosse possível persuadi-los a deixa-los usar a base como posto avançado Nipónico antes da ocupação de Timor, seria possível ao Império ter um tempo de reacção muito mais curto caso a situação de Timor se deteriorasse por acções de Piratininga..se a permissão da República de usar o seu território fosse rejeitada, a distância por si só poderia ser impedimento suficiente para manter o Império do Japão fora da Guerra.

É enviada uma mensagem privada à Republica dos Dez Estados Unidos da Astártia por canais privados, era importantíssimo que esta informação não passasse cá para fora..


Gaimu Daishō escreveu:Mensagem Secreta enviada às entidades competentes da Republica dos Dez Estados Unidos da Astártia


O Império do Japão, representado pelo Ministro de Relações Externas, requer a permissão da República para usar as suas instalações militares na ilha (ooc: não sei como chamas àquilo, mas basicamente é a tua ilha no Oriente) como plataforma militar com vista a uma intervenção armada contra a facção Integralista na Guerra de Secessão Portuguesa, nomeadamente contra a ilha de Timor e Piratininga caso estes se recusem a terminar as suas acções criminosas não só contra a Democracia bem como contra a liberdade dos cidadãos Portugueses.

A constante intromissão deste estado nas políticas internas e decapitação da liberdade do povo de outro estado soberano chegou ao ponto em que o Império do Japão decidiu ser necessário tomar acção. No entanto, dada a localização do nosso país e os nossos meios militares, tal acção será impossível sem a permissão de utilização da vossa ilha como plataforma para as nossas Forças Armadas.

O Império estará também disponível para uma reunião, igualmente secreta, entre responsáveis dos ambos os países tal seja considerado necessário pelas autoridades de Astártia.


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OOC: Honestamente eu não sei se Timor é pro-Integralista ou não, portanto não vou tecer considerações sobre isso nem fazer RP lá até eu estar esclarecido sobre o assunto.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Qua Jul 18, 2012 3:45 pm

OOC: O Timor, é uma ilha que é a base militar, naval e aérea da Real Companhia das Índias, que é TOTALMENTE integralista Very Happy
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Qua Jul 18, 2012 6:46 pm

Ávila perante o declarado paulista da "garantia constitucional da liberdade", afirma ás autoridades paulistas:

"As garantias constitucionais, são como as placas de trânsito relativas aos limites de velocidade, existem mas ninguém as cumpre, só os legalistas. Se nos falarem na Boa Vontade de Sua Majestade Imperial, isso sim tem valor, porque a palavra de um soberano é lei, e seus desejos ordens."

Contudo, Portugal continuava a ser um autêntico paradoxo em guerra, e isto reflectia bem o espírito do povo português. Com o calor a apertar, e o conflito muito fresco e localizado apenas em certas áreas, deixando outras completamente entregues à paz. Centenas de portugueses, e turistas fazem a sua vida. Os soldados estão completamente alheios à sociedade civil, como não há conceito de conquista, e o "Goal" é Lisboa, em muitas zonas vive-se como se não houvesse guerra.

Em Portugal as tradições de "ir a banhos" ou "ir às caldas", era algo tão sagrado quanto ir à praia. Era a dualidade de gostos, enquanto uns iam para as praias, outros iam para as termas, ou então as duas coisas. Além disso, o Minho, começavam a preparar as romarias, famosas a nível nacional, e nem queriam saber da guerra, e as diversas organizações, até reclamam junto dos Capitães-mores (líderes das Ordenanças) porque é que não deixam vir durante uns tempos algumas pessoas para ajudarem nas festas.

Nas localidades termais, a vida regressa. Os hotéis e pensões recebem os mesmos hóspedes de sempre, e começam os serões estivais. Regressam de novo os bailes da aristocracia que está nas termas, os bailes saloios, as festas mais modernas... Isto provavelmente iria chocar os Lapálios, mas a realidade portuguesa era mesmo assim. Há os "irritados", que pegam em armas e fazem o conflito, e há os "partidários de sofá" que são ás centenas. Esses podem discutir política nos Clubs das termas e afins, e nos cafés e restaurantes, mas acabam por ser inofensivos completamente.

As praias, algumas estão lotadas. No Algarve, houve uma retracção de Lapálios de férias, mas os que foram não denotam nada de especial. Os conflitos são bem na Serra de Espinhaço de Cão, e a costa tudo está como em paz. A única anormalidade são colunas militares, da Guarda Nacional, que passam a exigir a rendição das Câmaras Municipais. Coisa que na ausência de meios, acabam sempre pelo executivo camarário integralista render-se face aos "conquistadores". Os turistas até acham uma certa graça aqueles homens românticos, de barbas longas, e uniformes de corte clássico, e ás suas pregações políticas demoradas nas varandas das Câmaras.

Contudo, regressando ao "país em guerra"...

Os lapálios que se depararam com alguns camiões paulistas, tiveram uma resposta peculiarmente agressiva por parte dos integralistas que os recebiam, e ainda mais, dos voluntários paulistas que vinham auxiliar na guerra. Foram prontamente rechaçados de novo para as suas linhas devido a um poder de fogo vastamente superior do lado integralista.

Já o Exército de Operações do Sul, vê-se engajado numa situação de guerra total. Há misseis anti-tanque de lado a lado, e os morteiros integralistas fazem uma autêntica chuva de petardos sobre as linhas lapálias. As armaduras adicionais aos tanques integralistas provavam ser úteis, contudo, as tripulações recém-treinadas faltava-lhes a experiência, pelo que os lapálios tinham clara vantagem. As tripulações de blindados, sempre foram partidárias do neo-setembrismo, acabando por estar neste momento a desembarcar no Algarve.
As forças integralistas avançam, altamente moralizadas, muitas delas até com sacerdotes a pregar para os moralizar, pois era necessário destruir os "Babilónios Pardos" (Lapálios) que vinham pregar a mensagem do "hedonismo, e corromper as almas dos fieis e devotos portugueses, e dissolver todos os bons costumes e moral portuguesa." Isto mexia com os mais religiosos, e os combates eram sagazes...



Atendendo à falta de capacetes, o engenho português foi logo posto a funcionar. Já que o aço estava caro, mas panelas haviam aos milhares em Portugal, ora começou-se a fazer uma "Derrama" (peditório massivo) de panelas. Pelo que os portugueses metropolitanos responderam com muito bom grado. As panelas foram todas reencaminhadas para fábricas adaptadas, que os transformaram mediante pressão em capacetes. Uma simples prensa, e um aquecimento inicial já se fazia um capacete. O interior... Bem acolchoamento não avia nenhum, pelo que o utilizador teria que usar literalmente um gorro para ser mais confortável! Mas resultou, apesar da balística ser ao nível do nulo, pelo menos protegia dos impactos de projécteis. Contudo, a sátira portuguesa não perdoa tal facto, e imensos poemas a ridicularizar o facto são escritos, e ditos do povo "Panelo para cozer Chiões", torna-se expressão regular do povo, que quer dizer "dar um panelo para fazer capacetes para o Exército integralista".

No Norte, o Exército de Observações não consegue deter o avanço dos Lapálios, que no entanto chegavam às centenas. Além disso, a presença da marinha de guerra lapália ao largo do Porto e Aveiro, levou a um desembarque Neo-Setembrista, em números vastos...

No Algarve, um insólito, havia quem fizesse praia, e do nada aparecessem uma data de barcos repletos de soldados e Guardas Nacionais, pelo que foram rápidos a dirigirem-se para junto dos seus. O Algarve está por uma unha negra de ser ocupado pelos Neo-Setembristas, além da resistência ser pouca. O Exército de Observação do Sul, recua para a fronteira com o Alentejo face ao bestial número de Neo-Setembristas desembarcados ao longo da costa. 5 Regimentos de Infantaria, 4 Regimentos de Artilharia, 2 Regimentos de Cavalaria (apeados ou então com "Carros de Combate"), 13 Batalhões da Guarda Nacional. Era o Corpo Expedicionário de Angola... Este liderado pelo General Elias Carvalho, conjurado no "Novo Setembro", e mentor da Guarda Nacional conjuntamente com Corte Real.

Apesar do fogo de artilharia, General Van Pelt, o contratado de Ávila, e que comanda o Exército de Operações do Centro, mantém o ataque sobre Aveiro. De terra são lançados misseis de cruzeiro contra os navios lapálios, numa plataforma no meio do pinhal de Mortágua.



A "moda do Panelo", como o povo chama aos capacetes processados de panelas e tachos, é de tal modo grande que chega mesmo ao Exército regular! Um soldado de Caçadores, com o seu clássico uniforme castanho, usa um capacete de recurso conhecido por "Panelo".


Regimento de Artilharia Nº 1 (Neo-Setembrista), fazendo fogo sobre posições integralista do Exército de Observação do Sul. O objectivo, e romperem as linhas integralistas no Alentejo, e enfrentar o Exército de Operações do Sul para aliviar o avanço Lapálio.


A cozinha das forças neo-setembristas, um atrelado-cozinha onde servem ao modo campal as "papas" nas gamelas dos soldados.


A defesa de Aveiro melhorou graças à entrada das forças neo-setembristas sub o comando de Corte Real. Contudo a questão dos "uniformes irregulares" foi colmatada em África. Atendendo à falta de capital para produzir capacetes "à portuguesa", usam o "boné da Guarda Nacional" (occ: um chapéu parecido com os agentes da PSP, mas em tecido rasca). Há neo-setembristas com uniformes regulares portugueses, ou seja, iguais aos dos integralistas. Apenas se consegue distinguir através do número, se for de um "Corpo rebelde" é Neo-Setembrista. Contudo os soldados com uniformes iguais aos integralistas distinguem-se deles por lenços vermelhos.

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Qua Jul 18, 2012 10:33 pm

Respondendo ao Marechal Ávila, o primeiro ministro Jorge Aziz o respondeu: Excelência, saiba que não apenas tens a palavra de nosso imperador, mas também de todo o Congresso Nacional Brasileiro e de toda a Casa Imperial. Inclusive em nossas Forças Armadas temos a expressão que diz: Bandeirantes?! Sim. Constitucionalistas?! Até o Tutano!


O Ministério da Gestão, Administração Pública e das Relações Institucionais e Líder do Governo no Congresso Nacional apresentando as medidas para recepção de refugiados lusitanos


Em Piratininga, a Administração Federal (OOC: O nosso Conselho de Ministros) se reunia já para analisar como receberia milhares ou centenas de milhares de refugiados lusitanos e como os alocaria, mas sem sequer pensar em deportação ou em campos de refugiado, mas em recebê-los com os mesmos direitos, garantias e deveres que todo cidadão paulista tem.


Velha Bandeira do "Estado de São Paulo" tremulando no alto da sede do Banespa, o Edifício Altino Arantes

O Banespa, que possui funções de banco de investimento, formento estatal e banco central editou uma portaria determinando a redução de juros nos bancos públicos paulistas ou que possuam capital estatal, de 12,50% para 2,35% em caso de contração de empréstimos, já na alíquota sobre investimentos (aquisição de bens - imoveis ou mobiliários), aos portugueses, luso-paulistas, foi reduzida de 7,20% para 0,25%, esperando uma grande injeção de capital privado, em pequenas quantidades, no mercado nacional paulista, tudo isso visando a alocação de possíveis refugiados portugueses.

Depois sob recomendação da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, a Secretaria dos Negócios Estrangeiros, resolveu após 70 anos reconhecer a soberania e a independência nacional de Nova Salvador, autorizando a entrada e o trânsito de pessoas, cargas, capital e negócios soteropolitanos em Piratininga, posteriormente a ambos fatores, do Banespa e da Secretaria de Negócios Estrangeiros, o Primeiro Ministro por meio de Decreto Complementar ampliou essas medidas para soterapolitanos, "lusitanos de qualquer procedência", astartianos e qualquer cidadão paulista que esteja em pleno cumprimento com o Tesouro Real e as Receitas Estaduais.

A Secretaria de Negócios Estrangeiros, montou uma Força Tarefa para resolver a questão do conflito português. Enviou também um comunicado à Sarvoya, Nova Salvador, ao Marechal Ávila, aos Neo-Setembristas, a Lapália e ao Império Nipônico, para que também, desta resolução de conflito, saia uma organização a nível internacional para evitar que conflitos de mesma escala aconteçam.

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Qua Jul 18, 2012 10:44 pm

A resposta da Confederação Africana (Neo-Setembrista) respondeu á Secretaria de Negócios Estrangeiros, com a maior agressividade que poderia haver. Os modos ficaram mesmo a desejar...

Vossas excelências tenham vergonha com semelhante tipo de comunicados, que vindo de vós até cai mal. Como promotores de tiranos, e de regimes opressivos, quereis organizar uma instituição que promova a paz, quando sois os primeiros a promover a guerra injusta e sem causa?

Sois uma vergonha à causa Constitucional, o vosso país conseguiu transformar a luta pela Liberdade e a Democracia num jogo patético e teatral face ás mãos de um fedelho (Maximilien II) que teima em governar uma nação e um povo como se estivesse a brincar com um jogo de computador!


A resposta de Lisboa, era mais na consentaneidade...

Vossa excelência provou um importante ponto que é a necessidade dos países se unirem em prol da moral e dos bons costumes, e terem um organismo de cooperação internacional que impeça piratas e bandoleiros de tomarem o poder e de fazerem guerra contra o Estado.

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Rokolev em Qua Jul 18, 2012 11:09 pm

Gaimu Daishō escreveu:Mensagem enviada à Secretaria dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido de Piratininga


As palavras por vós proferidas seriam muitíssimo bem recebidas pelo Império do Japão caso fossem coerentes com as vossas próprias acções.

No entanto, tendo em conta o envolvimento unilateral e brutal numa Guerra que vos é alheia, o Reino Unido de Piratininga deveria escutar as suas próprias palavras e meditar sobre elas, visto que apesar de apelarem à paz são um dos, senão mesmo o principal, elemento instabilizador e ameaçador de todo o cenário internacional e de paz mundial. A vossa entrada indiscriminada em território soberano Português causou revolta no mundo inteiro, a vossa retirada causou comédia, e agora o vosso apoio de "voluntários" e material bélico causa a todas as nações que verdadeiramente desejam paz no mundo apenas uma coisa - nojo.

A vossa hipocrisia começa a roçar um nível lendário, e se realmente o Reino Unido deseja paz, então que seja o primeiro a corrigir os seus erros e retire incondicionalmente todo o apoio militar e logístico a qualquer uma das facções da Guerra de Secessão Portuguesa, sob pena da Comunidade Internacional tomar ainda mais acções sobre não apenas os criminosos da Guerra em Portugal, mas também às nações que tomaram partido - tal como a vossa.



Palavras de nada servem se não forem acompanhadas de acções. Até o Reino Unido de Piratininga mostrar de facto que quer a paz, o Império do Japão não irá considerar qualquer das vossas palavras como providas de boas intenções, apenas mentiras camufladas.


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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Qui Jul 19, 2012 1:04 am

No Porto, a presença de Corte Real, o velho comandante do Regimento de Artilharia 4, causa uma onda de vivas e alegria por parte da população. A presença de D. Contança, Duquesa de Loulé no terreno, faz com que o povo do Porto numa onda quase "irracional" a aclame rainha de Portugal!

Num dos cartazes dos portuenses podia-se ler o seguinte:

"Arrumem-se a gesta dos migueis, deixai-os ir para o seu covil Astártio. Entrai os de D. Pedro, IV de número, e Libertador de Portugal!"

A referência erudita mencionava a ascendência de D. Afonso VIII, que era precisamente descendente de D. Miguel I, monarca português que despoletou as "Lutas Liberais" ou a "Guerra dos Dois Irmãos", por ter restaurado a monarquia absoluta. Adorado por uns, odiado por outros. Igual destino teve seu irmão, e o seu envolvimento polémico com a independência de Piratininga, D. Pedro IV, que tomou o partido liberal.
Contudo ao fim e ao cabo, não passam de frases para achincalhar os integralistas, pois todos sabem a triste realidade, D. Afonso VIII, excessivamente religioso é facilmente influenciável pelo alto clero, todo ele partidário do Integralismo Lusitano.



Defesa do Porto. O Regimento de Artilharia Nº 4, o melhor do país, presta serviço do lado neo-setembrista fazendo a defesa do Porto.


Militares Neo-Setembristas prontos para combate recebem instruções de um oficial para seguirem os Lapálios no avanço através de Famalicão para tomar de assalto Braga.


Guarda Nacional de Nampula. Com os uniformes não regulamentares, mas típicos de África. A sua presença no Porto serve para engrossar o corpo do Exército de Moçambique.


Neo Setembristas fazendo investidas em direcção a Arcos de Valdevez. O objectivo é abrir uma brecha no Exército de Observação do Norte e conseguir entalar os integralistas entre a frente Neo-Setembrista e os galegos, e forçá-los a render-se. Ou então, em "varrer o lixo para a Galiza", e ela que arrume...


Militares do Regimento de Caçadores Nº6. A presença de uniformes iguais aos do Exército integralista pode vir a ser factor de confusão para os Lapálios. Contudo, a "moda dos panelos" pode vir a ajudar a resolver o problema.


Tropas coloniais também combatem em grandes números em Portugal. Os soldados negros pertencem ao Regimento de Infantaria de Angola. Tais tropas já valeram aos Neo-Setembristas a alcunha de "Chiões Crioulos", em virtude de incorporarem negros nas suas fileiras.


O "Exército de Moçambique" apostou bastante na presença de Caçadores. O objectivo é simples, como é uma zona montuosa, estas tropas estão bem treinadas para combater neste tipo de terreno. O objectivo é superioridade de movimentação, e o factor "ataque surpresa" sobre as tropas integralistas do Minho.

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Lapália em Qui Jul 19, 2012 2:47 am

A maior guerra de todas dá-se no Alentejo, sem dúvida. Os lapálios não esperavam receber muitas cargas de artilharia dos portugueses, e até se reorganizarem as tropas há algumas baixas. Contudo, riposta-se utilizando baterias de obuses e canhões, e apontando tanques a tudo o que se mexesse. Esperava-se assim aniquilar completamente a primeira linha de blindados portugueses. A infantaria organizava-se para avançar, nas colinas havia homens com metralhadoras e espingardas que não iam poupar os integralistas. Algumas casas velhas de quintas são usadas como esconderijo para os skirmishers, atiradores, dispostos a causar o pânico nas linhas portuguesas. Também há snipers, instruídos a acertar em oficiais...


A confiança continuava alta, os capacetes de panelas são ridicularizados, e o sinal que o integralismo entrou na completa decadência. Nalguns sítios, até chamam a tropa portuguesa de "paneleiros". Já no Algarve, continuam a ir turistas de Lapália, como era hábito, com o normal decréscimo decorrente da guerra. Alguns, mais ousados, até procuram os compatriotas guerrilheiros... Claro que os mandam para trás, os soldados não iam lá para conviver. Os avanços dão-se bastante bem, sobretudo com uma lufada de ar fresco de África. Ao encontro deles vai o Exército do Sul, de cerca de 15 mil homens. Esta secção do exército fora incumbida de bloquear todas as fronteiras com Piratininga, impedindo a entrada de mais paulistas. As várias estradas fronteiriças são bloqueadas, ora com pedras, ora com arame farpado... Nalgumas até se provoca o desabamento de terras com artilharia.


Também se vigiam as rotas de fornecimento de mantimentos por mar. Para lá enviam-se navios; sendo os fornecedores na sua maioria civis, a respectiva carga é apreendida e o navio retornado, sob pena de ser abatido... Já em Aveiro, o contra ataque naval é evitado com um recuo de algumas embarcações mais perto. Não sem matar três militares num deles... A resposta é dada por raids com origem no porta-aviões, sendo uma resposta rápida dada a proximidade. Outros couraçados que não estejam na área de perigo continuam a atirar mísseis contra posições portuguesas.


No Porto os avanços continuam, com a entrada de neo-setembristas os lapálios começam a corrida a Braga, com o apoio da força aérea e dos dados de satélite sobre a posição dos portugueses. À mensagem paulista, nem se dão ao trabalho de responder...
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Nova Salvador em Qui Jul 19, 2012 2:08 pm

Os navios soteropolitanos retornam aos portos, encerra-se o bloqueio naval a Sarvoya, porém emite-se uma advertência clara, QUALQUER TENTATIVA DE INVASÃO AO TERRITÓRIO PAULISTA PROMOVIDO POR SARVOYA SERÁ PUNIDA SEVERAMENTE.

Quanto as tropas no continente na fronteira com Moçambique o contingente é reduzido, de 300 mil soldados, passam para 100 mil, a ordem é impedir qualquer tentativa de fuga para o território soteropolitano, qualquer que atravessar a fronteira deve ser levado de volta para o território Moçambicano. Inicia-se também o processo da construção de um muro para evitar a imigração...
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

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