Guerra de Secessão Portuguesa

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Sarvoya em Sex Ago 31, 2012 7:45 am

Devido a constante negação dos termos de paz e insistência da realização de uma reunião para um acordo que satisfaça Nova Salvador, a Secretaria de Comunicação Sarvoyena emite sua opinião:

Como retiraram-se do conflito com "o rabo entre as pernas", Nova Salvador deve aceitar sua posição de derrotada e se submeter aos termos impostos pelo vencedor, no caso os Neo-Setembristas. Há o risco de planejarem uma vingança contra os aliados dos Neo-Setembristas, por isso os termos são rígidos.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Sab Set 01, 2012 7:43 am

O governo de Corte Real acede imediatamente às resoluções dos seus aliados políticos, os Lapálios, e concede carta branca para as operações de treino e organização da brigada começarem. Aconselha vivamente as autoridades militares Lapálias a cooperarem estreitamente com as autarquias, e a Guarda Nacional (dependência das autarquias), visto serem para-militares "leais" ao governo.

Ao fim de muita discussão no Soberano Congresso, sendo inclusivé D. Constança chamada para presenciar a opinião do Congresso, acede-se ao pedido soteropolitano. Contudo, num telegrama enviado à Vice Rainha de Almeida Brás, afirma-se, que se aceita as negociações, mas "que os militares não retirarão do terreno, nem haverá tréguas enquanto decorrer a conferência", os portugueses alegam que não confiam nem um pouco nas "hordas de selvagens a mando de Bertochii".

A crispação contra São Paulo é crescente, especialmente nas autoridades locais do Algarve. Com São Paulo a ser um refúgio de "Maltezes", o Algarve é assolado por uma vaga de ataques de guerrilha e sabotagens. Alguns Guardas Nacionais já perderam a vida nestas contendas. O governo em desespero, legaliza uma prática usada em países estrangeiros, o "Bounty Hunting" (caçadores de recompensas), colocando a cabeça a prémio de diversos líderes guerrilheiros. Em Portugal, dado este fenómeno novo, os caçadores de prémios são conhecidos por "Caçadores de Maltezes". E não faltam perseguidores destes grupos atraídos pelas boas somas dadas pelo Governo, é comum ver em Portugal mercenários por conta própria a perderem-se nas serranias atrás dos "bandidos"...

A Companhia das Índias declina tal proposta, escudando-se no "Acto Colonial", em que a Companhia é obrigada a seguir a política externa de Lisboa. Mas agradece contudo a mensagem de amizade dos Paulistas. Na verdade a Companhia das Índias não quer sofrer represálias... Mas está a beneficiar imenso dos cortes alfandegários decretados por São Paulo, pelo que a empresa já ofereceu ao ministro responsável e ao imperador uma sumptuosa prenda como forma de agradecimento, uma enorme baixela de prata com as armas de Piratininga gravadas, e ao ministro ofertou uma pequena estátua em ouro maciço de uma alegoria ao Comércio.

O governo Neo-Setembrista continua a tentar e a sustentar o contacto com os republicanos paulistas.

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Lapália em Sab Set 01, 2012 8:09 pm

Com a carta branca portuguesa, muitos militares regressam a Portugal, para serem distribuídos pela zona norte do país. Em Lapália também se ia investir num maior controlo fronteiriço com Espanha, tendo a Secretaria de Fronteiras de recrutar mais pessoal, inclusive com o apoio dado por reservistas do exército. Já as fronteiras com Portugal e São Paulo continuavam em alerta desde o início da guerra, agora com reforços devido ao atentado.


As fronteiras a vermelho são agora garantidas pela SF, civil, acompanhada por reservistas ao seu comando. As cinzentas estão ao comando do exército. A parte a preto é uma região montanhosa, de difícil acesso aos terroristas, não sofrendo maiores reforços.

No entanto, a parte mais perigosa seria mesmo a fronteira Portugal/Espanha, donde se sabia que entravam os terroristas e guerrilheiros. Na fronteira com Lapália, talvez apenas por retaliação. Contudo, como todos os problemas se tinham dado em solo português, não se pensava que os mesmos se alastrassem para solo lapálio. O Algarve, contudo, preocupava agora também os lapálios, que reforçam também aí a fronteira, exercendo um estrito controlo sobre quem entra e sai.

Entretanto, em Portugal inicia-se uma operação logística de transporte de soldados e equipamento para instalação nas fronteiras em grande escala. A "Brigada Fronteiriça" é dividida em quatro sectores (3 no norte e o do Algarve), sendo os militares portugueses recrutados e divididos entre os mesmos. Por outro lado, a Brigada Anti-Terrorismo portuguesa é formada, sob o comando dos lapálios, e tendo o objectivo de actuar no interior do país, para capturar os guerrilheiros que já tivessem "entrado". Os lapálios não costumam ser de "impor" as suas vontades, e como tal aceitam conselhos e ouvem as autarquias donde actuam, sabendo que assim podiam mesmo tirar maior proveito de reforços extras que as Guardas Nacionais pudessem fornecer, trabalhando em conjunto.

Por fim, também se inicia o reconhecimento aérea de "pontos quentes", onde era mais provável encontrar terroristas, um pouco por todo o norte fronteiriço do país. Esperava-se agora descobrir algumas bases "rebeldes"...
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Sab Set 01, 2012 8:47 pm

OOC: Espero que esteja levando em consideração que toda a fronteira São Paulo - Lapália é de Zona Serrana. Já a São Paulo - Portugal é um rio que divide em 80% da fronteira e na parte em que não é Rio, é uma cidade que fica na "Triplice Fronteira", Petrópolis. P.S. O Mapa está horrível, mas segue-se o link: http://nsportugal.forumeiro.com/t23-imperio-de-sao-paulo#656
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Lapália em Dom Set 02, 2012 3:06 am

ooc: Obrigado pela informação sobre as cidades, vou passar a ter isso em conta.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Nova Salvador em Dom Set 02, 2012 3:36 am

Portugal escreveu:O governo de Corte Real acede imediatamente às resoluções dos seus aliados políticos, os Lapálios, e concede carta branca para as operações de treino e organização da brigada começarem. Aconselha vivamente as autoridades militares Lapálias a cooperarem estreitamente com as autarquias, e a Guarda Nacional (dependência das autarquias), visto serem para-militares "leais" ao governo.

Ao fim de muita discussão no Soberano Congresso, sendo inclusivé D. Constança chamada para presenciar a opinião do Congresso, acede-se ao pedido soteropolitano. Contudo, num telegrama enviado à Vice Rainha de Almeida Brás, afirma-se, que se aceita as negociações, mas "que os militares não retirarão do terreno, nem haverá tréguas enquanto decorrer a conferência", os portugueses alegam que não confiam nem um pouco nas "hordas de selvagens a mando de Bertochii".

A crispação contra São Paulo é crescente, especialmente nas autoridades locais do Algarve. Com São Paulo a ser um refúgio de "Maltezes", o Algarve é assolado por uma vaga de ataques de guerrilha e sabotagens. Alguns Guardas Nacionais já perderam a vida nestas contendas. O governo em desespero, legaliza uma prática usada em países estrangeiros, o "Bounty Hunting" (caçadores de recompensas), colocando a cabeça a prémio de diversos líderes guerrilheiros. Em Portugal, dado este fenómeno novo, os caçadores de prémios são conhecidos por "Caçadores de Maltezes". E não faltam perseguidores destes grupos atraídos pelas boas somas dadas pelo Governo, é comum ver em Portugal mercenários por conta própria a perderem-se nas serranias atrás dos "bandidos"...

A Companhia das Índias declina tal proposta, escudando-se no "Acto Colonial", em que a Companhia é obrigada a seguir a política externa de Lisboa. Mas agradece contudo a mensagem de amizade dos Paulistas. Na verdade a Companhia das Índias não quer sofrer represálias... Mas está a beneficiar imenso dos cortes alfandegários decretados por São Paulo, pelo que a empresa já ofereceu ao ministro responsável e ao imperador uma sumptuosa prenda como forma de agradecimento, uma enorme baixela de prata com as armas de Piratininga gravadas, e ao ministro ofertou uma pequena estátua em ouro maciço de uma alegoria ao Comércio.

O governo Neo-Setembrista continua a tentar e a sustentar o contacto com os republicanos paulistas.

A Vice-Rainha solicita que a reunião seja realizada em Lapália por considerar este um território neutro.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Seg Set 03, 2012 10:02 pm

A reunião está a decorrer numa pequena localidade lapália próxima da fronteira de Portugal. Entretanto, conforme o comando Martinez/Lopez havia avisado que não haveria cessar fogo, nem muito menos tréguas, os Exércitos de Angola e Moçambique encontram-se pela primeira vez na História de África vindos por terra. Neste momento o território soteropolitano africano encontra-se dividido em 3 partes. A do norte de Angola, que até agora não houve registo de avanços por parte dos portugueses, pois ainda não foi nomeado comandante para a Divisão. Contudo, mantém uma postura defensiva atenta e activa. O restante território, tem um corredor português a ligar Moçambique a Angola, pelo que, Martinez tenciona imediatamente iniciar um contacto intensivo com Angola, nomeadamente de transferência de tropas, movimentações e afins com vista a forçar ainda mais os soteropolitanos fora de África.

Em Portugal a opinião geral sobre Nova Salvador é péssima, inclusive entre os círculos Integralistas, levando D. Afonso VIII, o "rei sem trono", a comentar à comunicação social paulista, de que "Nova Salvador envergonhou profundamente as suas pretensões ao trono, assim como traiu a ética de combate do Exército Realista", rematando "por mais raiva e ódio que se tenha aos Neo-Setembristas, são seres humanos e devem ser respeitados como tal, e estavam a combater honradamente pela sua causa, pelo que se lhe devia respeito".

No entanto, D. Constança, como acto de Regente, perdoou os militares integralistas de tenente para cima. Foi uma amnistia geral. Contudo, afirmou que não irá tolerar qualquer sublevação contra a nova ordem política instaurada.

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Lapália em Sex Set 07, 2012 2:52 am

Após a "entrega" de panfletos anti-Nova Salvador, quatro divisões do Batalhão de Southampton organizam-se junto à fronteira com Nova Salvador, fechando-a ferozmente. Três couraçados da marinha ficam nas redondezas, esperando reforços para impor um cerco naval. Montava-se assim, a pouco e pouco, o cerco (ooc: Como se chama aquela terra?).

Do continente, já se encontrava a caminho a Esquadra do Atlântico, composta por duas dezenas de embarcações. Também fuzileiros do continente e tropas se encontravam a caminho para a tomada da "praça". A Sarvoya é enviada uma missiva secreta, garantindo a amizade com estes últimos, deixando mesmo em aberto a hipótese destes colaborarem no cerco...
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Sarvoya em Sex Set 07, 2012 5:59 pm

O Principado de San Andreas bloqueia todas as estradas que saem da cidade pertencente a Igreja Apostólica Renascer em Cristo. Os estudantes das duas nações em intercâmbio nas universidades sarvoyenas e soteropolitanas são instruídos a transferirem-se para universidades de seu próprio país, tendo um prazo de dois meses para realizá-la.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Lapália em Seg Set 10, 2012 12:24 am

A colaboração de Sarvoya dá a luz verde para o início do bloqueio naval e aéreo. A partir da meia-noite, é enviado um comunicado para Nova Salvador:
As Forças Armadas de Lapália vêm exigir a imediata rendição da vossa cidade, agora completamente cercada. O governo de Nova Salvador defende políticas fascistas contra os seus próprios cidadãos, e até contra os de outros países. A partir do presente momento, qualquer barco ou avião que tente cruzar os limites da cidade poderá ser abatido. Como tal, e para evitar qualquer complicação para os locais, exigimos a cedência incondicional do espaço, até uma solução pacífica, libertadora e do agrado de todos ser tomada em definitivo.
Entretanto vão chegando mais navios da marinha para as redondezas, havia quem falasse duma invasão a outros territórios... Mas por agora só se queria libertar a cidade.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Seg Set 10, 2012 1:41 am

Em São Paulo, o primeiro-ministro Jorge Aziz acompanha junto aos Comandantes das Forças Armadas em sua Sala de Operações da Base Militar da Serra da Cantareira, acompanha as movimentações militares ao largo de São Paulo e comenta: Porque diabos esses Soteropolitanos não me escutaram antes?! Porque foram invadir as colônias portuguesas?! Ah Deus!

O Primeiro-Ministro Jorge Aziz, utilizando-se dos Canais Reservados da Diplomacia, envia um comunicado ao governo neo-setembrista para uma reunião, para que "se chegasse a um acordo em relação à belicosidade luso-paulista".
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Sarvoya em Seg Set 10, 2012 2:06 am

Na Ilha de Manágua a fronteira entre Sarvoya e Nova Salvador passa-se a ser vigiada pela Universidade Militar de Manágua e pelas forças armadas do Estado Neo-Astartiano de Yucatán. A possibilidade de invasão não é descartada, pois teme-se uma investida dos soteropolitanos para controlar a cidade em resposta à pressão dos Aliados na cidade da Igreja Renascer.

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Seg Set 10, 2012 10:08 am

Portugal acede à reunião. E marca local para a conferência a cidade de Olivença, contudo com a exigência de um alto diplomata Lapálio, pois no ver de Portugal, sofreu consequências com a guerra.

As acções dos aliados Sarvoyos são vistas com bons olhos por Lisboa e têm total apoio do governo.

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Lapália em Seg Set 10, 2012 1:58 pm

Lapália teria a o maior interesse na reunião, enviando assim o seu secretário-geral de diplomacia, Jorge Wellington.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Ter Set 11, 2012 2:56 pm

Portugal escreveu:Portugal acede à reunião. E marca local para a conferência a cidade de Olivença, contudo com a exigência de um alto diplomata Lapálio, pois no ver de Portugal, sofreu consequências com a guerra.

O Primeiro-Ministro Jorge Aziz em nota conjunta com o Chanceler Umberto Matarazzo responde aos Lusitanos.
São Paulo não vê a necessidade neste primeiro momento da participação Lapália nas conversações, visto que no entendimento político-diplomático paulista a necessidade primária é um entendimento direto e efetivo com Portugal sendo secundária as negociações com Lapália. Entendemos isso devido ao envolvimento emocional, cultural e étnico que nossas nações possuem e na parte política, é mais interessante ter um governo que respeite o estado de direito sólido a um estado fascista em Portugal.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Sarvoya em Ter Set 11, 2012 9:40 pm

O Ministro da Segurança Paulo Khan recentemente reeleito diz em entrevista coletiva à Rede California, Rede Novastartia, TV Esperanto e TV Cáspio:
"Não há possibilidade de haver acordos com os inimigos dessa guerra sem a conscientização e aprovação dos aliados, tanto que, mesmo realizando uma reunião entre Triestin, Sarvoya e Nova Salvador anteriormente, não houve fechamento de qualquer acordo com os soteropolitanos. A Guerra de Portugal acabou por envolver muitos países para ser decidida apenas por dois."
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Qua Set 12, 2012 11:38 pm

Em comunicado a Aziz, Lisboa responde friamente...

Se querem a paz, é a nossa exigência, Lapália na reunião. Quem foram os primeiros a trair os profundos laços culturais da patria lusitana foram vossas excelências quando se arvoraram em juízes severos, e em autoproclamados arautos da disputa, e não respeitaram as vontades democráticas do povo português.

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Qui Set 13, 2012 2:34 am

Portugal escreveu:Em comunicado a Aziz, Lisboa responde friamente...

Se querem a paz, é a nossa exigência, Lapália na reunião. Quem foram os primeiros a trair os profundos laços culturais da patria lusitana foram vossas excelências quando se arvoraram em juízes severos, e em autoproclamados arautos da disputa, e não respeitaram as vontades democráticas do povo português.

O Primeiro-Ministro Jorge Aziz envia uma cópia da carta-resposta agressiva ao Imperador Pedro III que deu a ordem: Era para tentar um contato pacífico, imaginei que os liberais seriam mais civilizados que os integralistas ou os fachos, mas estou errado é mais fácil lidar com fascistas do que com estes animais metidos a civilizados. Responda a forma bandeirante. Assim como leal oficial da coroa, Aziz o fez, respondeu aos lusos em um bom português em uma carta timbrada do Palácio dos Campos Elíseos.

Se querem tanto os Lapálios que fiquem com eles e usem-os para se limpar. Vossas excelências se colocam como paladinos da democracia e da liberdade quando não passam de facínoras e de genocidas cheios de mau caráter. Passar bem.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Lapália em Sab Set 15, 2012 4:26 pm

O governo soteropolitano ignorava o cerco efectuado à cidade da IARC. Com todas as saídas cortadas, e sem informações oficiais sobre o estado da cidade, a força aérea decide fazer nova entrega de propaganda (panfletos), desta vez acusando Nova Salvador de ignorar os seus cidadãos, deixando-os a morrer à fome, enquanto tratava das suas "politiquices" de nenhum interesse para a vida dos próprios habitantes. Após esta distribuição de propaganda, a marinha entra nas águas de Nova Salvador, e os fuzileiros desembarcam no porto, ao mesmo tempo que a infantaria do exército entra pela fronteira terrestre, para libertar a cidade...

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Sab Set 15, 2012 8:36 pm

OOC: Vocês se esqueceram que os neo-soterapolitanos são alienados e fundamentalistas, e que o monarca deles é o líder máximo deles é o Bertochi?!
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Lapália em Sab Set 15, 2012 8:54 pm

São Paulo escreveu:OOC: Vocês se esqueceram que os neo-soterapolitanos são alienados e fundamentalistas, e que o monarca deles é o líder máximo deles é o Bertochi?!
ooc: Sim, tenho em consideração o fundamentalismo deles todos...
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Nova Salvador em Dom Set 16, 2012 6:43 pm

Lapália escreveu:O governo soteropolitano ignorava o cerco efectuado à cidade da IARC. Com todas as saídas cortadas, e sem informações oficiais sobre o estado da cidade, a força aérea decide fazer nova entrega de propaganda (panfletos), desta vez acusando Nova Salvador de ignorar os seus cidadãos, deixando-os a morrer à fome, enquanto tratava das suas "politiquices" de nenhum interesse para a vida dos próprios habitantes. Após esta distribuição de propaganda, a marinha entra nas águas de Nova Salvador, e os fuzileiros desembarcam no porto, ao mesmo tempo que a infantaria do exército entra pela fronteira terrestre, para libertar a cidade...


A Cidade da IARC não tem nem população direito, só um bando de escritório, que funcionam como arquivos da IARC rsrs, de morador lá, tem 30 habitantes, O Ap. Estevam Hernandes mora a 2 quadras do Palácio Imperial, na Capital do Estado, os que teoricamente deveriam morar na cidade, não moram, já que são Bispos ou Prs. nas Igrejas Regionais/locais, atualmente vivem 15 indivíduos na cidade e o espaço aéreo, a cidade é na verdade apenas a sede administrativa da IARC. Aconteciam visitas periódicas mensais, com duração de uma ou 2 semanas dos Bps. Mas no geral, a não ser alguns poucos funcionários contratados para manutenção dos arquivos digitais, vídeos e da TV pertencente a igreja ninguém mora por lá, a Antena de TV foi reerguida na própria Capital, os arquivos digitais foram transferidos dos mainfreimes da Cidade Apostólica para a própria Capital do Envio.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Sarvoya em Dom Set 16, 2012 6:58 pm

Vendo que os soteropolitanos abandonaram a cidade, uma pequena divisão do exército sarvoyeno entram por terra, esperando encontrar a divisão lápala no centro.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Nova Salvador em Dom Set 16, 2012 7:02 pm

Os 15 funcionários existentes tratam de implodir os mainfreimes existentes na cidade e queimar os documentos existentes, nos 20 prédios.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Sarvoya em Dom Set 16, 2012 7:19 pm

Soldado Golias: Eles acabam de explodir os computadores Capitão André.

Capitão André: Que malucos, estão destruindo a própria cidade.


Soldado Golias rindo do incidente.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

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