Guerra de Secessão Portuguesa

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Sab Jul 28, 2012 1:39 am

Em São Paulo, em uma reunião do gabinete de Jorge Aziz um dos ministros ao comentarem as notícias vindas sobre as movimentações em território galego disse:

- Viu! Nós avisamos que eles eram lobos em pele de cordeiro. Agora que tomem!
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Sab Jul 28, 2012 6:29 pm

Corte Real, como comandante supremo emite um pedido de desculpas sincero aos Galegos em termos enérgicos. Justifica-se afirmando que os seus homens estão debaixo de "stress de guerra", por passarem privações imensas, e é natural que ocorram situações de desejo de vingança extrema. Por seu turno, a milionária D. Constança ofereceu-se para pagar as despesas todas pelos danos causados. Quanto aos galegos feridos, foi pessoalmente ao Hospital, visitar os "inocentes" vitimas da guerra, pelo que trocou algumas palavras afáveis com eles, e recompensou as famílias com uma indemenização.

Quanto aos culpados, ninguém lhes fez nada, continuam a controlar o Minho, contudo Corte Real já deu ordens ao General Faria para lhes instruirem para "evitar a fronteira".

Quanto à ponte destruída, Corte Real nega em fazer qualquer reparação, por "medidas preventivas". Era notório que quanto mais pontes fossem arrebentadas melhor, mais integralistas capturavam.

Em Lisboa, os Lapálios entenderam mal as tréguas pensando que era uma rendição, nisto os integralistas acusam imediatamente que as "onças pardas" violaram as tréguas, pelo que os combates recomeçam mal tentam ocupar o Quartel do Carmo. Deram-se mal, estava lá a Guarda Real e respondeu de forma violenta com armas de fogo automáticas.

Aproveitando a distração dos Lapálios, e de "mãos limpas", os Neo-Setembristas começam a invadir a cidade com o apoio de populares amotinados.

Como se estava em guerra com São Paulo, as embaixadas e dependências diplomáticas foram invadidas... pelos suspeitos do costume, a Guarda Nacional! Mas não armaram grande estrilho, entraram pelo interior e detiveram toda a gente... Quando questionados sobre o porquê da invasão diplomática, alegavam "Voçês estão em guerra conosco! São prisioneiros...". Não trataram mal nenhum paulista, contudo, os integralistas foram corridos ao biqueiro de lá para fora, e internados em campos de prisioneiros na margem sul.

Era a gota que faltava em Lisboa, exaustos, sem munições, subnutridos... Os integralistas vão-se rendendo continuamente, e o Patriarca entrega-se, mais o seu governo. Caia finalmente o regime integralista... A Beira Alta, sem governo não conseguia sobreviver.

No entanto em África, como não havia resposta por parte de Nova Salvador, e temendo que houvesse uma resposta agressiva de Bertochii face à captura do governo integralista, Lopez e Martinez iniciam uma invasão do território Soteropolitano em África, atacando violentamente as forças aí estacionadas. O medo da invasão, e a paranoia de massacres venceu no Congresso Continetal africano...

D. Constança, Duquesa de Loulé, e descendente directa de D. Pedro I (pai de D. Pedro II do Brasil), é aclamada rainha de Portugal por uma turba de populares neo-setembristas na rua. Houviam-se berros "Não queremos mais Migueis!", em alegoria às descendências de D. Afonso VIII, D. Miguel I de Portugal, o Rei Absoluto.

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Sab Jul 28, 2012 9:22 pm

Em São Paulo as notícias da invasão da Embaixada em Lisboa causaram um enorme mal estar do Congresso Nacional com a Casa de Bragança, em especial com o Imperador Pedro III, exigindo os Senadores, que Pedro III resolvesse essa questão de imediato.

O Imperador Pedro III enviou uma missiva à D. Constança, "Rainha de facto de Portugal" exigindo que "seja imediatamente desfeita a barbárie contra os Diplomatas Paulistas e com os Paulistas na Embaixada de Lisboa, até mesmo com os Refugiados de Guerra que se encontravam na Embaixada", cada vez mais, a péssima imagem que os neo-setembristas tinham em São Paulo, ficavam cada vez pior, até mesmo entre os liberais e os republicanos paulistas.


OOC: Eu havia escrito anteriormente que a Embaixada estava guarnecida com as tropas paulistas que ficaram em Portugal, tropas de exército regular e não tropas policiais, espero que isso tenha sido levado em conta Razz
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Lapália em Dom Jul 29, 2012 12:07 am

O engano... cai extremamente mal nos oficiais. A honra dos lapálios podia ficar manchada com aquele incidente. Mas guerra era guerra, e não se havia de recuar depois de tomada aquela decisão. Os primeiros soldados não se safam com a recepção no Carmo, e as tropas recuam. Entretanto chegam os tanques, que ameaçam rebentar com o quartel todo... Depois disso a ocupação foi fácil. Para não serem acusados de mais violações de tréguas, limitam-se a prender os inimigos como os aliados faziam, e evitam-se os combates...

Após os militares se terem então instalado em Lisboa, enviam-se guarnições para a Beira Alta. Aquela tomada de Lisboa deveria deixar os populares sem qualquer vontade de contra-revoluções... Mas mesmo assim pretendia-se o controlo de todo o território, e lá vão. Os que ficam nos arredores de Lisboa, não havendo grandes problemas com os populares, limitam-se a passar algum tempo vendo os acontecimentos...


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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Dom Jul 29, 2012 12:54 am

Voluntários Paulistas e Luso-Paulistas que haviam ido ao combate ao lado de integralistas, muitos estavam na Embaixada Paulista e outros haviam retornado para São Paulo, por meio da ajuda do Serviço Secreto Paulista. Mas muitas vezes esses integralistas eram parados por neo-setembristas e o fim era trágico.


Foto de Antônio Souza sendo resgatado junto a um companheiro integralista, em Petrópolis

Um dos sobreviventes dos crimes de guerra neo-setembristas, foi o estudante de economia, de 19 anos, Antônio de Souza Pinto, que deu seu depoimento ao programa de maior audiência de Piratininga contar o que sofreu nas mãos de neo-setembristas. Uma história recheada de violência e tortura, e conta que só conseguiu escapar graças a um grupo de integralistas que atacaram a base neo-setembrista no entorno de Portoalegre e conseguiu fugir junto com estes integralistas pela Serra de São Mamede até Petrópolis (OOC: Para todos os efeitos, Petrópolis fica na mesma localização de Badajoz), aonde foi recebido por tropas paulistas.


Deputado José Bolsonaro na Tribuna do Congresso Nacional

O Depoimento de Antônio, gerou um clima de revolta nas ruas contra os neo-setembristas, chamados popularmente em São Paulo de "neo-fascistas", até que um Deputado Federal, do Distrito Eleitoral de Petrópolis, José da Silva Bolsonaro afirmou na tribuna do Congresso Nacional que era verídica a história de Antônio Pinto, e que havia centenas de sobreviventes sob tratamento nos hospitais da região de Petrópolis.

Setores liberais da sociedade civil, repudiavam os neo-setembristas junto com os conservadores. Nas ruas pediam até um julgamento contra o Rei Maximilien II, alguns dizem em boicote total à Portugal e outros até mesmo em guerra.

O recém-entronado e recém-elevado Imperador Pedro III de Bragança enviou uma missiva oficial à D. Constança exigindo respeito aos paulistas e luso-paulistas que se encontravam em Portugal, junto a isso, a Comissão de Direitos Humanos do Congresso Nacional Brasileiro, enviou um documento formal às autoridades lapálias com documentos que provavam os crimes de guerra de neo-setembristas e com uma afirmação no final: Parabéns! Isso é uma obra totalmente vossa! Tendo os documentos vazados à imprensa.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Dom Jul 29, 2012 1:57 am

D. Constança regressava da Galiza ao Porto. E daí até Lisboa, onde se encontra com Corte Real... As notícias dos Paulistas dão-lhes vontade de rir... Tanto que o fazem em pleno Palácio da Ajuda...

D. Constança: Sr Marechal, ou isto me parece ou é realmente uma forja de provas contra nós...

Corte Real: Sempre o disse... São covardes todos os dias! Vossa Mercê nem dê aso a essa gente. Eu vou mandar repatriar os idiotas deles! E ala que se faz tarde, quero essa gente fora daqui...

D. Constança: Sim... Paulistas são um perigo ambulante para o nosso status quo...

Corte Real: Quanto à embaixada ignore... Estamos em guerra, ninguém foi morto nem molestado. Só fomos reclamar o que é nosso...

D. Constança: Continue a sua missão Sr Marechal...

Corte Real: Vosso criado Vossa Mercê... *continência*


Á medida que os primeiros Lapálios iam chegando, Van Pelt ordena a entrega de armas aos lapálios. O mesmo fez o comandante do Exército de Observação do Centro. Van Pelt negocia com um representante a saída do país, pelo que lhe é concedido.


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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Lapália em Seg Jul 30, 2012 6:21 pm

Rapidamente os lapálios vão ocupando o resto do território. Recebem as armas e vão fazendo prisioneiros, embora a custódia fosse depois entregue aos neo-setembristas. Em Lisboa, a marinha parte, deixando 4 couraçados e 3 fragatas nas redondezas. O resto volta para os portos de Lapália ou para patrulhas regulares. Ainda havia a hipótese - remota - de algum contra-ataque paulista ou soteropolitano, pelo que o exército continuaria no local até à assinatura dum tratado de paz. As guarnições de um pouco por todo o país dedicam-se a ajudar as populações a reconstruir casas destruídas na guerra. Afinal, não havia nada mais para fazer, e aquilo sempre deixaria uma boa impressão no povo.

Wellesley e os outros oficiais sonham com condecorações na chegada a Lapália, e alguns até querem seguir carreira na política. Já o rei de Hastings, garantiu títulos nobiliárquicos (simbólicos) para Wellesley e Beresford. Para um fim definitivo, os lapálios propõem aos seus aliados neo-setembristas a realização de uma reunião de paz com mediação de um país neutro...


(ooc: É a vez de entrar o Peter)
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Ter Jul 31, 2012 4:00 pm

Com a tomada de Lisboa, o assalto à Embaixada Paulista, a prisão do Embaixador e agentes diplomáticos, o recente caso midiático - não confirmado pelas Forças Armadas, nem por médicos legistas - de agressão e tortura à paulistas, levam o Governo Paulista e a Secretaria de Negócios Estrangeiros não reconhecerem a legitimidade do governo neosetembrista, porém ainda depende da assinatura de Pedro III, ou a validação em uma votação emergencial no Senado Federal.

O Imperador Pedro III, em uma coletiva de imprensa hoje cedo após uma reunião com o Conselho Privativo e com o seu Secretariado, resolveram não tomar uma atitude forma, porém emitiram uma nota de protesto e neste primeiro momento reconhecem o Reino de Portugal, como uma "nação ocupada", nos termos das Relações Internacionais. Mas uma única coisa que aparentemente faz com que o Imperador não tome uma posição favorável aos seus primos neosetembristas e nem aos liberais paulistas, é a enorme rejeição pública e política que eles conquistaram com esta guerra. Fora que, no entendimento popular e dos setores conservadores e nacionalistas da sociedade, das forças armadas e da classe política é que um entendimento com neosetembristas, será a assinatura do maior fracasso bélico da história paulista, a assinatura de uma derrota, tanto que o governo não considera juridicamente que entrou em guerra mas sim uma "operação militar de assistência".

Costuma-se dizer, na tradição histórica paulista que "Numa Guerra nunca há vencedores, e sim o que menos perdeu", por isso, a névoa da guerra ainda paira sobre os céus dos Campos e do Planalto de Piratininga e o gosto de sangue na boca, por "vingança", é o que tem apimentado os ânimos de paulistas de todas as classes sociais e de todas as idades. Menos os liberais, que saíram reduzidos.

A Secretaria de Negócios Estrangeiros, enviou uma missiva ao governo lapálio, para negociar os "termos do conflito", para dar a cabo ao conflito direto entre São Paulo e Lapália.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Astartia em Qua Ago 01, 2012 8:36 pm

(ooc: É a vez de entrar o Peter)
occ: Sim, a reunião vai ser no meu país, mas só amanhã é que devo ter tempo a sério para tratar disto pessoal Embarassed

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Sex Ago 03, 2012 9:34 pm

A convenção de paz foi realizada no Mosteiro de Mafra, e ficará reconhecida para sempre por "Convenção de Mafra". Após uma reunião das mais altas cúpulas do poder Neo-Setembrista, foi decretado que a "Lei do Banimento", que impedia os descendentes de D. Miguel I de regressar a Portugal, e a reinar, seria de novo posta em vigor. D. Antão, o Patriarca de Lisboa e representante de D. Afonso VIII, teve de aceder a este humilhante termo de guerra. Por seu turno foi aceite uma amnistia geral, a todos os militares com patente inferior a Tenente, o resto seria julgado em Tribunal Marcial. D. Antão, seria obrigado a exilar-se no Vaticano, e o Papa a nomear um novo Cardeal Patriarca de entre uma lista de clérigos (neo-setembristas obviamente...). Os Batalhões de Voluntários Realistas foram todos extintos no exacto momento, assim como as Ordenanças e Regimentos de Milicias, no entanto reactivados pelos Integralistas. Caía de vez a Monarquia Integralista, na maior agonia... Os políticos integralistas auto-exilaram-se em São Paulo...

O Soberano Congresso é reaberto, e em Angola e Moçambique declara-se formalmente a Confederação Africana como dissolvida, voltando os seus Estados-Membros ao estuto de Provincias.

Em Timor, a Companhia das Índias para não ser alvo de represálias, sabia bem quem era o verdadeiro poder de Portugal, rapidamente mandou alvíssaras e galhardetes a felicitar a vitória do Neo-Setembrismo, e "colocou" as suas forças ao serviço do Estado. Ninguém lhes tocou, em Nova Deli paira no ar a bandeira liberal, azul e branca, onde outrora pairava a branca integralista.

Na Beira Alta e Trás-os-Montes tudo se rendeu, e as autoridades municipais nem retorquiram... Sabiam reconhecer a derrota face ao Liberalismo emergente.

No entanto há dois estados em Guerra aberta com Portugal, neste caso São Paulo e Nova Salvador.

Quanto a Nova Salvador, o governo Neo-Setembrista prossegue a Guerra, visto que não deram resposta ao Ultimato de Paz. Angola e Moçambique estão mobilizadas em combate contra os territórios africanos de Nova Salvador.

Quanto a São Paulo, mantém-se a presença de efectivos luso-lapálios nas fronteiras. Teme-se que o Imperador não aceite os termos da Convenção de Mafra, e pelo facto de uma das exigências Neo-Setembristas ser a de ser realizada à porta fechada.

Uma enorme parada da vitória é realizada em Lisboa...


Os "irregulares" de Moçambique. Moçambique deu à guerra imensos batalhões de voluntários, que desempenharam um papel chave na guerra.


"Irregulares" de Angola, também marcaram a presença na parada.


Por todo o país houveram pequenas paradas... Esta realiza-se em Malange, norte de Angola.


O "Grande Batalhão de Voluntários da Beira", de Moçambique, prepara um pelotão para a parada no Parque Eduardo VII...


O Exército regular... Destingue-se facilamente dos voluntários ou da Guarda Nacional pelos uniformes regulares e o uso de capacetes estilizados à portuguesa. Muitos deles foram desertores no inicio do conflito, fugindo através da Galiza para África para aí se reconstituírem os regimentos originais.


6º Batalhão da Guarda Nacional do Porto ouvindo um discurso do seu Capitão...

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Sab Ago 11, 2012 2:01 am

OOC: Acabou?
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Nova Salvador em Sab Ago 11, 2012 6:24 am

São Paulo escreveu:OOC: Acabou?

ooc: não, ainda falta negociar a paz com Portugal, tecnicamente SP e Nova Salvador ainda estão em guerra rsrs...
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Ter Ago 14, 2012 8:18 pm

OOC: Sim... E tu neste momento tens a parte africana do teu território a ser invadida por Angola e Moçambique Razz

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Nova Salvador em Ter Ago 14, 2012 11:29 pm

O Bloqueio Naval conforme acordado com Sarvoya é suspenso, o Exército recua nas fronteiras com Portugal.

(ooc: não criei o tópico da reunião por causa de uma ausência inesperada, vou criá-lo no máximo até sexta)

A Vice-Rainha de Almeida Braz enfia telegrama requerendo reunião.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Sex Ago 17, 2012 2:33 am

A Administração Federal de São Paulo, declara que manterá suas portas abertas para refugiados e asilados políticos de origem lusitana, garantindo-os os mesmos direitos e deveres que cidadãos paulistas. A Secretaria de Negócios Estrangeiros concede a todos os refugiados, asilados e exilados que procuram seu território, um "Documento de Identidade Nacional", assim como todo paulista possui. Porém, de acordo com um Decreto Legislativo Popular, editado pelo Senado Imperial, se recusa a reconhecer ou assinar qualquer tipo de tratado com Portugal devido ao assalto à Embaixada Paulista em Lisboa e pela prisão de diplomatas e refugiados em área diplomática.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Qua Ago 29, 2012 11:35 am

OOC: Atendendo ao que há disponível, e em virtude de haver queixas vou progredir...

Aproveitando o recuo das tropas soteropolitanas em África, rapidamente o Exército de Moçambique e o Exército de Angola acabam por ir ocupando o terreno ermado. Há uma especial ênfase nos avanços na zona central do continente-ilha, com vista a criar uma ligação por terra Angola e Moçambique. Martinez e Lopez, os dois generais espanhóis ao serviço de Portugal, ambicionam a junção das Provincias. Com ligação por terra por um corredor, que tem o nome de código, "Corredor do Malawi", a guerra seria favorável a Portugal, pois facultaria um contacto facilitado evitando-se o recurso constante ao oceano e ao ar como meios de transporte.
Nessa zona as tropas combatem de forma mais agressiva e há o único uso de meios blindados disponíveis, aproveitando as vantagens da savana, e do terreno plano.

Já os meios aéreos são usados com grande espectro, visto que o conflito em Portugal findou, e o seu uso deixou de ser necessário na metrópole. Contudo, mantem-se a presença de meios aéreos na metrópole com medo de um possível ataque paulista como retaliação.

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Qua Ago 29, 2012 12:01 pm


Marcha apressada da Guarda Nacional. Com terreno aberto, e com o recuo das tropas soteropolitanas, o Exército de Moçambique tenta ganhar posições confortáveis caso haja um contra-ataque.


1º Batalhão Nacional de Nova Lisboa a ouvir atentamente as instruções do General Lopez, apesar de precisar de um intérprete, as suas palavras são bem afiadas: "Não recuar, insistir até partir!"


Carga de intimidação realizada contra uma patrulha soteropolitana em fuga... Apesar do seu aspecto andrajoso, as tropas africanas estão bem equipadas com espingardas semi-automáticas de calibre 7,98mm. Apesar da sua cadência de tiro relativamente lento, a sua potência e precisão compensam bastante. Em terrenos vastos até perder de vista, uma arma que dispare a longa distância pode fazer toda a diferença...

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Lapália em Qua Ago 29, 2012 8:56 pm

As coisas em Portugal continental tinham acalmado, e os soldados que restavam pouco mais faziam que aguardar por uma convenção de paz oficial com todos os envolvidos... Quem ainda não tinha sido enviado para casa ou para as posições habituais em Lapália, limitava-se a garantir a manutenção da ordem e uma possível defesa em caso de ataque paulista ou soteropolitano, coisa que os oficiais achavam pouco provável.


De facto, os portugueses - sozinhos - pareciam estar a safar-se com as suas incursões no Malawi, e um plano para trazer também para Lapália ganhos territoriais é algo que não é posto de parte pelos oficiais... À partida não se ia intervir directamente, mas os actos dos soteropolitanos durante a guerra eram mais que vergonhosos, pondo-se em marcha a fabricação de propaganda anti-Salvador. A inteligência também é enviada para a capital, Salvador, na esperança de recolher ou mesmo forjar algum documento incriminatório, ainda mais justificativo para uma acção militar.

Entretanto, centenas de panfletos com acusações contra Nova Salvador são deitados, por aviões descaracterizados, para o território que faz fronteira com a colónia de Southampton. Podem-se ler mensagens como "Manda os vossos filhos morrer em Portugal, em defesa de uma ditadura... Já conhece o seu governo?". O governo de Lapália e as forças armadas negam qualquer envolvimento no caso, sendo por agora descartada a intervenção directa, embora se verifique um aumento da actividade militar em Southampton.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Qui Ago 30, 2012 5:49 pm

O governo Neo-Setembrista, completamente Pró-Lapália, coopera a nível de inteligência com todo ao seu alcance, com vista a facilitar o trabalho da secreta Lapália. Inclusive num dos documentos afirma-se que "Nova Salvador, e o seu tirano, são bem mais perigosos para a segurança nacional dos dois países que Triestin de Stalin."

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Qui Ago 30, 2012 6:56 pm

Um grupo de "Maltezes", que se intitula "Exército de Operações do Sul", faz explodir um comboio de mercadoria Lapálio nas imediações de Olivença.



A Guarda Municipal (ex Guardias Civis) investiga o caso, contudo Lisboa sente-se intimidada com a situação. O caos que se vive em Espanha, e a falta de controlo nas fronteiras permite que estes grupos usem Espanha como refúgio para provocar distúrbios em Portugal. E o mais grave, as suas acções dão força e alegria aos apoiantes do Integralismo, pois transmitem uma mensagem de esperança que nem tudo está perdido.

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Nova Salvador em Qui Ago 30, 2012 8:38 pm

A Vice Rainha de Almeida Brás novamente solicita as autoridades Portuguesas uma reunião para discussão da Paz.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Portugal em Qui Ago 30, 2012 9:27 pm

As autoridades portuguesas respondem de volta com as exigências do Ultimato:

Rendição Incondicional de Nova Salvador

Preâmbulo:

1 - Considera-se que triunfou o Constitucionalismo Liberal no conflito, e que como tal o sistema de governo preferido pelo povo Português é democrático e constitucional.
1.2 - Portugal será considerado como independente e totalmente soberano, devendo a sua autodeterminação ser respeitada por Nova Salvador.
2 - As relações entre o povo Português continental e o povo Português Africano são um assunto interno Português, que devem ser resolvidos pelos mesmos, sem interferencia estrangeira.

Acordo Final em Relação á Agressão de Nova Salvador

1 - A causa para a escalada da guerra, e do prolongamento do derramamento de sangue é em parte causa da interferencia de Nova Salvador.
1.1 - Esta nação é culpada pelo prolongar do sofrimento do povo Português.

2 - Esta nação deve pagar reparações de guerra ao povo Português, bem como aos intervenientes na libertação de Portugal.

3 - Considera-se, devido ás atrocidades cometidas, bem pelo desrespeito pela imunidade diplomática mundial, que Nova Salvador é uma nação fora da lei, e que deve ser reprimida por ser uma ameaça aos povos livres do mundo.
3.1 - Este estatuto mantêm-se enquanto durar o actual regime politico.

Acordo Final em Relação ás Reparações a Serem Pagas pelos Poder Agressor de Nova Salvador bem como Penalizações Adicionais

Monetárias

Nova Salvador - A restante metade deve ser paga por Nova Salvador. Todos os cortes sofridos por Sarvoya devem ser pagos por Nova Salvador.

Territoriais

Nova Salvador - Todas as colónias de NS devem ser entregues imediatamente aos Portugueses.

Restrições

Nova Salvador - Nova Salvador fica proibido de ter forças militares/navais/aéreas em África e na sua respectiva costa.


Entretanto os avanços militares portugueses no terreno prosseguem.

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Lapália em Qui Ago 30, 2012 9:41 pm

A notícia caiu literalmente como uma bomba... Ataques terroristas todos diziam esperar, mas não é até acontecer um que o Consulado percebe a gravidade do problema. Pouco depois da notícia chegar, reúnem-se os Cônsules e os generais que "trabalhavam" agora em Portugal, encabeçados, claro, por Wellesley. Depressa se escreve um telegrama para o governo de Portugal, com um conjunto de medidas que acharam ser as melhores para conter a ameaça em Portugal, e esperava-se que os neo-setembristas não viessem a pôr entraves na proposta dos lapálios, que o que mais se queria era celeridade no processo.

Telegrama para o Governo do Reino de Portugal
No seguimento dos tristes acontecimentos verificados ao final desta tarde, vem o Consulado de Lapália propor aos senhores governantes de Portugal um projecto, que entendemos ser do melhor interesse para as nossas duas nações.

- Criar, a curto prazo, uma "brigada" que se ocupe de vigiar as regiões de Trás-os-Montes e Minho, composta por efectivos portugueses e do exército lapálio. O treino contra os terroristas será fornecido por oficiais da Brigada Anti-Terrorismo do nosso exército. Após considerarmos o maior perigo ultrapassado, ficará sob vossa alçada a gestão e manutenção desta mesma brigada.

- Efectuar um reforço das fronteiras com Espanha, donde se entende vir a maior ameaça para Portugal. O exercito lapálio ocupar-se-à de reforçar postos fronteiriços e, mais uma vez, treinar portugueses para o desempenho destas funções no futuro, ficando também a vosso cargo a sua manutenção futura.

- A nossa força aérea ocupar-se-à de fazer reconhecimentos nestas áreas, com o fim de detectar possíveis bases terroristas, pedindo para tal apenas o vosso consentimento para usarmos as bases aéreas do norte livremente.

- O nosso exército continuará a actuar para manter a ordem pública e tentar evitar novos desacatos.

Esperando que estas propostas sejam do vosso agrado, vo-las propomos, e caso haja termos que julguem merecer aprofundamento, ou pretenderem discutir outros assuntos, estamos à vossa completa disposição para qualquer reunião ou esclarecimento.

Sem mais,
Albert Arnold Gore Jr.
1º Cônsul de Lapália
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  Nova Salvador em Qui Ago 30, 2012 10:41 pm

Portugal escreveu:As autoridades portuguesas respondem de volta com as exigências do Ultimato:

Rendição Incondicional de Nova Salvador

Preâmbulo:

1 - Considera-se que triunfou o Constitucionalismo Liberal no conflito, e que como tal o sistema de governo preferido pelo povo Português é democrático e constitucional.
1.2 - Portugal será considerado como independente e totalmente soberano, devendo a sua autodeterminação ser respeitada por Nova Salvador.
2 - As relações entre o povo Português continental e o povo Português Africano são um assunto interno Português, que devem ser resolvidos pelos mesmos, sem interferencia estrangeira.

Acordo Final em Relação á Agressão de Nova Salvador

1 - A causa para a escalada da guerra, e do prolongamento do derramamento de sangue é em parte causa da interferencia de Nova Salvador.
1.1 - Esta nação é culpada pelo prolongar do sofrimento do povo Português.

2 - Esta nação deve pagar reparações de guerra ao povo Português, bem como aos intervenientes na libertação de Portugal.

3 - Considera-se, devido ás atrocidades cometidas, bem pelo desrespeito pela imunidade diplomática mundial, que Nova Salvador é uma nação fora da lei, e que deve ser reprimida por ser uma ameaça aos povos livres do mundo.
3.1 - Este estatuto mantêm-se enquanto durar o actual regime politico.

Acordo Final em Relação ás Reparações a Serem Pagas pelos Poder Agressor de Nova Salvador bem como Penalizações Adicionais

Monetárias

Nova Salvador - A restante metade deve ser paga por Nova Salvador. Todos os cortes sofridos por Sarvoya devem ser pagos por Nova Salvador.

Territoriais

Nova Salvador - Todas as colónias de NS devem ser entregues imediatamente aos Portugueses.

Restrições

Nova Salvador - Nova Salvador fica proibido de ter forças militares/navais/aéreas em África e na sua respectiva costa.


Entretanto os avanços militares portugueses no terreno prosseguem.

A Vice-Rainha de Almeida Brás insiste na reunião, para negociar o acordo.
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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

Mensagem  São Paulo em Sex Ago 31, 2012 1:54 am

A Sociedade Civil Paulista, recebe por meio da imprensa a notícia dos atentados terroristas em Portugal, contra os neo-setembristas. O que se pensa em São Paulo é devem ser apoiados, os integralistas, a cicatriz do assalto à Embaixada em Lisboa e o Empalamento do Soldado Paulista não foram digeridos e muito menos engolidos pela sociedade. O Gabinete/Governo Jorge Aziz e a Coroa Imperial mantém suas portas abertas aos Portugueses e dando total e qualquer assistência aos integralistas em solo paulista. Mas, repudia apenas publicamente "Todos e quaisquer atos hostís à paz, a ordem pública e social" como de praxe.

Cogita-se na Secretaria dos Negócios Estrangeiros, reconhecer um governo no exílio, liderado por D. Afonso como legítimo de Portugal e convida o representante da Companhia das Índias a uma reunião oficial no Palácio dos Católicos, em Aparecida para um possível apoio.

Nos bastidores do Congresso Nacional, teme-se que D. Pedro III negocie com os neo-setembristas um acordo de paz, por isso o Congresso Nacional, em especial a Bancada Conservadora e a Bancada Social-Democrata estudam reduzir os poderes constitucionais do Imperador, passando São Paulo a ser totalmente uma monarquia com o parlamento mais forte. Transferindo a prerrogativa de assinar tratados ao Primeiro-Ministro, após uma consulta ao Congresso Nacional.

As Forças Armadas Paulistas passam por um processo de reorganização após o fracasso da Operação Pedro I/IV em Portugal Metropolitana, porém continuam a possuir o apoio de 78% da população, contra 46% de apoiadores à Monarquia. O Movimento dos Oficias Republicanos e o Clube Militar do Rio de Janeiro, comemoram as notícias.
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São Paulo

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Re: Guerra de Secessão Portuguesa

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